O nosso casal recebeu uma otima surpresa!
Boa leitura!
Capitulo 19: Confirmação, Choros e Felicidade
Pov. Bella
–O quê? – Gritei enquanto Edward desabava na cadeira atordoado.
–Isso mesmo que ouviu... Parabéns papais. Agora vou deixá-los a sós, pois vejo que não esperavam por isso. Qualquer coisa é só chamar. – Falou saindo do quarto
–Ok! Muito obrigado – Falou Edward saindo de seu transe. Quando o Dr. Philip saiu à primeira coisa que Edward fez foi respirar pesadamente e olhar em minha direção. – E agora o que faremos?
–Edward me ajuda, eu não estou pronta, e se eu não for uma boa mãe? Esse bebê... Nem sei o que falar – Estava ficando apreensiva, isso não seria bom, eu mal sei pegar em uma criança e vou ter uma. Por desespero comecei a chorar.
–Calma Anjo – Edward se aproximou, sentando ao meu lado da cama, pegando em minhas mãos – Tudo vai ficar bem, eu te prometo. Não se preocupe! – abraçou-me enquanto eu chorava. Malditos hormônios!
–Como ficar calma. Eu nem sei pegar em um bebê Edward. Não tenho esse lado maternal.
–Ninguém nasce sabendo. E temos nossos pais para ajudarmos... Pare de se preocupar a toa que não faz bem para o bebê. – Disse tocando em minha barriga plana.
–Já está feito a burrada. Não tem mais como voltar atrás. – Resmunguei
–Merda Bella! Você fala do nosso filho como um fardo. Se não queria ser mãe se prevenia. Afinal, você não tomava pílula e como engravidou? - Exclamou chateado
–Desculpa por te falado isso, mas estou com medo. E não vejo meu bebê como um fardo. Eu o amo! Mesmo sendo apenas um feto, ele é um pedaço de nós dois. – Falei olhando em seus olhos.
–Eu fui rude, desculpa! – Respondeu culpado
–Eu entendo... Nós dois não esperávamos por isso, era de se esperar que ficássemos assim. E sobre os anticoncepcionais você não lembra que tive que pará-los por causa da minha infecção. Ou não lembra disso? – Perguntei
–Infecção? – Perguntou olhando-me com uma expressão confusa – Lembrei. Foi até antes de vocês começarem com os preparativos. Como pudemos nos esquecer disso. Apesar do erro, e nosso esquecimento repentino. Nosso bebê será bem-vindo e amado. Isso você pode ter certeza.
–Sabe quando ele foi feito? – Perguntei em um tom de brincadeira, tentando descontrair um pouco.
–Não
–Naquela noite que te fiz a surpresa. Meu Rude Boy. – Sussurrei em seu ouvido, sentindo-o tremer
–Tem certeza? – Sua voz encontrava-se rouca e sedutora.
–Como poderia me esquecer daquele dia. Foi uma das melhores noites da minha vida
–Bom saber... Que uma das suas melhores noites me inclui. – Murmurou pegando meu rosto entre suas mãos, distribuindo beijinhos pelo meu rosto até chegar a minha boca.
–Todas minhas melhores noites te incluem. – Dizendo isso Edward beijou-me com voracidade. Todos os sentimentos estavam inclusos nesse beijo, desde o árduo desejo, ao simples amor. Só que esse momento foi interrompido pelo bater de porta.
–Muito lindos vocês dois. Nós todos preocupado com você, Dona Isabella Cullen, enquanto fica ai de amasso com seu marido. Nem pra avisar que está viva você serve, irmã ingrata – Nem preciso dizer que atrapalhou né?
–Cala á boca Emmett! – Falamos ao mesmo tempo, e todos caíram na gargalhada. Até mesmo Emmett
–Então filha vai nos contar ou não o que está havendo com você? – Perguntou mamãe preocupada.
–Você vai morrer maninha?
–Claro que não né imbecil. – Respondi tentando parecer brava. O que funcionou, pois Emmett fez um bico e cruzou os braços emburrado, parecia até uma criança de cinco anos.
–Está vendo mãe como ela me maltrata. – Lamentou-se
–Para de reclamar bebezão. Rose, tenho que te dá os parabéns por aguentar o Em por tanto tempo.
–Costume Bella – Disse rindo junto com Alice.
–Chegam de conversa vocês. E fala logo o que você tem Bella? – Perguntou Esme.
–Eu estou grávida! E Edward é o pai. – Um silêncio desconfortável reinou, até que minha mãe gritou, assustando Charlie que estava ao seu lado.
–OH MEU DEUS! EU VOU SER AVÓ – Gritou felicíssima, diminuindo o tom de voz – Ouviu isso Charlie? Nós seremos avôs.
–Isso é verdade Bella? – Perguntou olhando em minha direção
–Sim pai. Estou grávida de três semanas.
–Você está feliz? – Assenti – Então é o que importa. Vovô... Gosto dessa palavra. – Disse sorrindo, o que me deixou feliz.
–Parabéns queridos. Fico muito feliz em saber que nossa família terá mais um Swan Cullen. – Falou Carlisle, dando-nos um abraço.
–Obrigado Carlisle. – Retribui o abraço
–Bella? – Olhei em direção a voz.
–Sim Emmett?- Seu semblante parecia triste.
–Posso te fazer uma pergunta? – Perguntou com os olhos marejados.
–Claro.- O que poderia ser.
–Quando o bebê nascer, você se esquecerá de mim? – Todo mundo ficou olhando pro meu irmão com cara de tacho. Mas eu o entendia.
–Claro que não Ursão. Você é meu irmão predileto como irei esquecer-me de você. – Eu era a única que estava chorando pelo momento, além de Emmett.
–Serio? – Questionou limpando os olhos com as costas das mãos
–Sim. Quem é que vai assistir Backyardigans com ele ou ela. – Disse rindo
–É mesmo, eu sei que sou insubstituível. – Falou o convencido, mas tive que rir com essa. Aproximando-se de mim, fazendo carinho em minha barriga. – Oi bebê... Quem fala aqui é seu tio lindão, irmão dessa desmiolada da sua mãe. Tenha certeza que te ensinarei tudo.
–Meu Deus, estou com medo desse tudo – Disse brincando
–Cala á boca Bella. Não estraga o momento. – Falou repreendendo-me
–Saí daqui garoto. – Disse-lhe brincando.
Edward ficava rindo sozinho observando eu e meu irmão. Pela sua expressão dava para perceber que ele estava feliz, e apesar das dificuldades de criar uma criança hoje em dia. Eu sinto que sempre poderei contar com ele.
Quando a noite estava chegando. Nossa família foi embora, prometendo que iríamos nos visitar algum dia. Eu pensando que iria para casa me enganei, pois o medico disse que eu só teria alta no outro dia bem cedo, para minha má sorte.
Pedi para Edward ir para casa, pois dormir naquela poltrona não me parecia nem um pouco confortável. Mas ele se tornou irredutível dizendo que iria ficar comigo. Preferi não brigar, estava cansada demais para isso.
Dormi a noite toda, igual ao bebê. Sonhei com uma criança. Era uma menina, muito parecida com Edward. Um sonho muito bom, mas que foi interrompido por Edward que me chacoalhava chamando meu nome.
–Bella? Bella, amor acorda.
–Quê? Aconteceu algo? – Perguntei desorientada pelo sono
–Decidi te acordar, pois você ficou uns dez minutos falando o nome Sophia. Quem é ela? – Olhou-me confuso
–Sophia... Eu sonhei com uma menininha ela parecia ter uns dois anos. Estava com ela em uma campina linda. E gritava por seu nome, pois estávamos brincando. Só que você me acordou.
–Sophia? Nome bonito. E como ela era? – Perguntou interessado
–Linda e muito parecida com você... Tinha seus olhos, bochechas rosadas, e os cabelos eram iguais ao meu. Parecia uma boneca de porcelana.
–Sendo parecida comigo... Deveria ser linda mesmo. – Disse sorrindo
–Convencido. – Falei dando-lhe um selinho
–Tenho uma novidade para você.
–Qual? – Perguntei curiosa
–Já podemos ir para casa. Você recebeu alta está manhã. Dr. Philip veio aqui, te examinou dormindo e disse que já poderia ir para casa. Recomendou um obstreta, amigo dele, para te acompanhar na gravidez. E já marcou a consulta para semana que vez.
–Boas notícias. Não aguentava mais ficar aqui.
–Deixa de drama que você só passou dois dias aqui.
–Não foi você que estava com o braço cheio de agulhas. Eu odeio agulhas!
–Serio? Tu és mais brava que eu. E diz que tem medo de agulhas? Não acredito- Disse incrédulo
–Não gosto de nada me perfurando.
–Nada mesmo? – Perguntou em um tom malicioso que entendi no mesmo instante.
–Meu Deus olha a mente pervertida dentro de um hospital Edward! – Falei dando tapas de leve em seu peito
–Eu não falei nada demais. – Disse inocente.
Saímos do hospital, não antes de agradecer o Dr. Philip e resolver algumas burocracias na recepção. Decidimos almoçar no shopping já que se passava do meio-dia, e precisava me alimentar. Paramos na praça de alimentação. Pedi algo leve, arroz, fritas e salada. Edward decidiu me acompanhar. Claro que na sobremesa exagerei. Nada muito exuberante, só dois Milkshaks do grande, e uma barra de chocolate. Edward olhava para mim assustado.
Depois fomos andar pelo shopping. E acabamos entrando em uma loja de bebê. Tudo era tão minúsculo e fofo. Que acabei comprando um vestidinho preto com bolinhas brancas. E um macacão azul. Já que não sabia o sexo. Mas nada me impendia de levar para dois. E Edward se encantou com um urso de pelúcia, insistiu tanto que acabei levando. Preferimos não comprar muitas coisas. Afinal, ainda estava muito recente.
Quando saímos da loja era quase três da tarde. Ficamos tão encantados que nem vimos à hora passar. Pelo jeito Edward e eu seriamos dois pais babões. Essa criança iria nos fazer de gato e sapato. E não seria mimado não só por nós como também nossa família.
Chegamos a casa por volta das 17h00min horas. Como não tinha nada para fazer. Edward e eu fomos à sala de jogos, e fizemos uma partida de sinuca. Edward pensava que eu não sabia jogar, pois estava cantando vitória antes do tempo.
–Se prepare para perder Bellinha.
– É o que veremos.
Comecei perdendo enquanto Edward ria da minha cara. Mas depois da terceira bola perdida, resolvi reverter o jogo. Claro que meu lado competitivo aflorou, e venci Edward de lavada brincando. O que o deixou extremamente aborrecido.
-Você trapaceou... Não quero mais jogar com você.
–Aceite maridinho. Você perdeu para mim. Agora diga sou a melhor – Disse caçoando de sua cara
–Isso se chama sorte. Ninguém é melhor que eu na sinuca.
–Ninguém mesmo. Até que Isabella Swan Cullen nasceu para te derrotar. - Falei rindo
–Curte enquanto pode... Quando eu te vencer não diga que lhe avisei.
–Não vamos de novo. Se eu vencer sou a melhor, se o contrario acontece, o que acho difícil. Nós dois ficaremos empatados.
–Primeiro as damas. – Disse entregando-me um novo taco.
–Obrigado cavalheiro.
Começamos uma nova partida. E é claro, a rainha aqui continuava ganhando. O que estava deixando Edward tremendamente aborrecido. Poderia até deixá-lo ganhar. Mas meu orgulho de competição era mais alto. Quando botei a ultima bola no buraco, olha a mente pervertida, fiquei festejando e tirando sarro da cara de Edward. Ele mantinha as mãos em punho, por raiva.
–Quem é a melhor? Hein?
–Eu deixei você ganhar Bella. Mamãe ensinou que sempre devemos ser cavalheiros
–Não bote a tia Esme no meio. Você sabe que eu sou a melhor. Serio cavalheirismo seu admitir isso. – Disse cruzando os braços em frente ao peito, e olhando-o com acusação.
–Tá... Eu admito. – Falou aproximando de mim e rodeando minha cintura, com aqueles braços gloriosos. – Você... Isabella Cullen... É a... Melhor... Na sinuca. – Cada palavra era um selinho. – E em outras coisas também. – Seu tom era de pura malicia. Logo em seguida, deu-me um beijo. E continuamos nosso fim de tarde, em meio às brincadeiras.
[...]
Uma Semana Depois...
Hoje seria a primeira consulta para ver como estava nosso baby. Edward estava super ansioso, que nem quis ir ao trabalho. Estava pior do que eu. Imagine quando essa criança nascesse, nem quero imaginar. Terei nove meses para aguentar os surtos de Edward.
A consulta estava marcada para as 16h00min da tarde. Edward, a presa em pessoa, quis chegar uma hora antes. Quando chegamos lá... Tinha algumas mães com seus bebês, já que a pediatria era ao lado da sala do obstreta. E algumas mulheres grávidas. Tinha um casal de gêmeos, andando para lá e para cá. Fui à recepção e a balconista disse que o doutor chegaria daqui á meia-hora e eu era a primeira.
Quando Edward e eu nos sentamos. Os bebezinhos vieram em nossa direção. E começaram a balbuciar algumas coisas em sons de bebê o que era muito fofo.
–Oi bebê- Falei acariciando o rostinho da menina, em troca recebi um sorriso banguela.
–Eles são tão fofos, não vejo à hora de ver o rosto do nosso. – Disse Edward
–Eu sei
Ficamos brincando um pouco com eles, enquanto a mãe observava. Quando o doutor chegou. Despedi-me deles, e parabenizei a mãe pelas crianças. Entramos em uma sala confortável, toda branca.
–Boa tarde- cumprimentou o medico muito novo por sinal.
–Boa tarde, Doutor?
–Alec Volturi – Falou apertando nossas mãos – Prazer em conhecê-los Sr e Srª Cullen, podem sentar. Pelo que vejo nos seus exames está grávida de três semanas, correto?
–Sim. Descobri há pouco tempo. E viemos ver como esta nosso bebê, e o que é preciso para manter uma gravidez saudável – Falei
–Vocês sabem que todas as mulheres grávidas precisam do pré-natal. Para ver como o bebê ira se desenvolver ao decorrer da gravidez. Vocês vão querer que encaminhem para outro, ou vão querer fazer as consultas comigo?
–Senhor está melhor. Já estamos aqui para que esperar. – Edward falou sorrindo
–Vejo que estão ansiosos. Papais de primeira viajem?
–Sim. Mas meu marido é mais paranoico que eu.
–Tenho que concordar. – Falou nervoso
–Então para acabar com esse nervosismo. Srª Cullen vista essa bata, que vamos fazer uma ultrassom para ver como está o bebê de vocês.
Quando voltei com aquela bata ridícula Alec pediu para que eu subisse na cama. Botou um gel gelado em minha barriga, e quando aproximou o aparelho. Escutamos um barulho alto e rápido.
–Estão escutando isso? É o coração do bebê de vocês.
–Rápido. – Disse já chorando, Edward que estava ao meu lado se mantinha do mesmo jeito acariciando a minha mão
–Isso significa que ele é sadio. – Falou sorrindo
Como o feto era muito pequeno quase não deu para vê-lo. Mas só de ter ouvido o coração dele e saber que estava saudável, era de estrema alegria para mim. Alec receitou algumas vitaminas e regras que deveria seguir para manter minha gravidez sem riscos até o parto. Prometi que iria seguir com toda risca, e Edward prometeu que iria me ajudar.
Minha felicidade era tão grande que não cabia no peito. E poderia dizer que a de Edward também, dava-se para ver em seus olhos. Apesar de no começo eu ter meio que ficado pirada com a ideia. Eu amava essa criança que estava por vim de corpo e alma, e posso dizer que farei de tudo para protegê-lo.
Own... pais babões *-* Daqui a pouco tem o outro capitulo pra vocês!












1 Comentários:
muito fofo mas com certeza vai ser bem mimada(o)
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