16 de dezembro de 2012

Fanfic O Pianista por Paula Halle - Capitulo 32


Bom dia de novo pessoal!
Esse amor do nosso casal aumenta a cada dia.
Boa leitura!

AVISO: o capitulo a seguir contém lemons, se continuar lendo tenha conciência disso.


Capitulo 32-Ela é minha

 

{Pov. Edward}

–E sua primeira obrigação como esposa é me acordar todo dia assim. – falei com um enorme sorriso, e minha menina rolou os olhos.

A agarrei pela cintura a jogando na cama, a fazendo soltar um gritinho e fiquei sobre ela. Ela riu e acariciou minhas costas, sorri passando a ponta do nariz em sua garganta sentindo seu cheiro.

–Você sempre foi assim? – ela falou e a encarei confuso.

–Assim como?

–Pervertido. – ri alto, jogando a cabeça para trás, e quando me acalmei a encarei sorrindo.

–Na verdade a culpa é sua. – falei e voltei a beijar seu pescoço, roçando meus lábios na sua garganta.

–Minha? – ela falou ofegante e suguei sua pele, ouvindo ela gemer.

–Oh sim minha menina, você desperta o pior de mim. – voltei a olhar para ela, que mordia o lábio, suas bochechas rosadas, a deixavam extremamente sensual.

Passei minhas mãos tocando suas curvas, e ela gemia ao meu toque. Subi meus lábios, capturando sua boca em um beijo profundo, adorava acordar com ela.

Poder toca-la a todo momento, sentir que ela era minha e de mais ninguém. Separei nossos lábios ofegantes e enterrei meu rosto em seus cabelos, sentindo seu cheiro.

Me levantei e sorri estendendo a mão para ela que estava confusa.

–Me acompanha em um banho? – pisquei para ela, que mordeu o lábio.

–Não. – falou preguiçosa, e sorri me aproximando dela e beijei sua boca, levantando um pouco e puxando ela comigo.

Assim que nos separamos a peguei no colo e a joguei sobre meus ombros, e ri quando ela gritou.

–Edward! Me coloca no chão.

–Bella não foi um pedido. A senhorita vai tomar banho comigo. – dei um tapa em sua bunda e ela gritou.

–Edward!

–Amor prefiro que você grite quando eu te pegar de jeito. – podia já imaginar suas bochechas extremamente coradas. E ri quando a coloquei no chão do banheiro.

Abri o chuveiro e a puxei para dentro, tocando seu corpo, e beijando sua boca, ela abraçou meu pescoço infiltrando suas pequenas mãos pelo meu cabelo me colando mais a ela. Gemi contra seus lábios.

–Minha menina. Cadê sua inocência? – falei sorrindo malicioso e ela corou furiosamente me fazendo rir.

–Ah ai esta. – beijei sua boca e agarrei sua bunda a puxando para cima, e suas pernas se entrelaçaram em volta de me quadril.

–Sabe o que eu estava pensando. – falei enquanto explorava seu pescoço com a boca.

–Hummm. Não. – ela suspirou e sorri enquanto apertava sua bunda, e movia um dedo para seu centro que já estava úmido.

–Que precisamos de uma banheira. – ela riu baixinho, e gemeu quando acrescentei dois dedos.

–Oh deus... – eu puxei a boca dela para a minha, sugando sua língua, enquanto me posicionava na sua entrada, e a penetrava devagar, deixando seu calor úmido me receber.

Gememos juntos, e sorri ao senti-la me apertar. Ah como senti falta de sentir Bella. Esses cinco dias foram os piores da minha vida.

Sorri enquanto, entrava e saia de dentro dela, sentindo seu sexo me apertar e suas unhas em minhas costas, ela separou sua boca da minha e mordeu meu ombro me fazendo gemer alto.

Enterrei meu rosto em seu pescoço sentindo seu cheiro, era tão agonizante não sentir seu cheiro, ou seu corpo, em contato constante com o meu.

Minhas investidas ficaram mais rápidas, quando senti seu centro me apertar, e suguei a pele do seu pescoço, ela gemeu alto. E me apertou com mais força, tantos suas mãos como seu sexo me apertavam, e explodi dentro dela.

Minha menina ficou mole em meus braços, e beijei nuca, e a coloquei no chão sem me soltar dela. Deixei a água lavar nosso corpo e peguei o xampu e lavei seus cabelos, e seu corpo.

Tocando cada parte dela, que eu podia, ela estremecia com meus toques e sorri por saber que mesmo depois, de faze-la, gritar meu nome, eu ainda a deixava quente.

Passamos todo o fim de semana na cama, não tinha jeito de eu deixa-la longe de minhas mãos ou minha boca um minuto sequer.

–Então toda vez que acabar minha regra você vai me manter na cama até ficar satisfeito. – ela disse quando tentou sair da cama no domingo e eu não deixei.

–Mais é claro. Estou carente, foram cinco dias amor. Você tem que me compensar. – ela rolou os olhos, e comecei a beija-la, a fazendo esquecer do motivo da discussão.

Levantei da cama na segunda feira praticamente morto, nem parecia que fiquei na cama o dia todo, se bem que nem dormi, mais enfim. Acordei Bella, e mandei ela se arrumar que eu a levaria na escola.

Ela correu para o banheiro e fiquei admirando sua bundinha linda, e sorri até meu celular tocar. Peguei e vi o numero de Emmett.

–Alo.

–Edward?

–Não é a Bella, que engrossou a voz. – ele riu e rolei os olhos.

–Cara deixa de palhaçada que é serio.

–Ok, fala logo.

–Tá, você ainda quer dar mais uma olhada no teatro?

–Claro que sim, quero preparar aquilo que combinamos.

–Tem certeza de que vai fazer isso? – ele perguntou meio receoso e suspirei.

–Emmett eu já te disse. Eu tenho certeza.

–Mais e se ela... – nem o deixei terminar.

–Não ligo mais, eu cansei Emmett. Você sabe o que eu pensou sobre tudo isso. – Emmett suspirou.

Eu entendia ele, Bella ia me matar, mas eu já tinha decidido, e nada me pararia.

–Ok, então você pode vir hoje então.

–Esta bem, vou deixar Bella na escola, e vou para lá. – desliguei o celular e vi Bella saindo do banheiro secando os cabelos e com a roupa da escola.

Chamei ela com o dedo, e ela sorriu e veio até mim, agarrei sua cintura e a puxei para cima de mim e caímos na cama, suas mãos espalmaram em meu peito e rocei meus lábios nos dela.

Subindo por seu pescoço, ela apertou meus ombros, e beijei atrás da sua orelha, ouvindo ela gemer baixinho.

–Ah minha menina, fica tão gostosa molhada. – ela ofegou quando apertei sua bunda.

–Eu... Eu não to molhada. – eu ri e desci minha mão até sua intimidade tocando sua calcinha, e acariciei seu clitóris sobre a calcinha.

–Ah ta sim minha menina. – ela gemeu e saiu de cima de mim.

–Edward. – fiquei apoiado pelos cotovelos, a vendo se arrumar, seu rosto extremamente vermelho.

–Vem cá amor.

–Tenho que ir para a escola. – ela estava brava e ri me levantando, e a agarrei puxando seu corpo de encontro ao meu, e apertei sua cintura enquanto beijava seu pescoço sugando sua pele.

–Sorte sua que você tem que ir. Ou a jogaria agora nessa cama. – ela sorriu e mordeu o lábio.

–Pare de provocar. – falei vendo seu lábio suculento, e já imaginando ele em meu pau de novo.

–Mas eu não fiz nada. – ela falou com sua voz doce e inocente que me deixava doido, e suspirei, a soltando e segurando sua mão.

–Vamos amor.

O caminho para a escola, fomos em silencio, Bella parecia pensativa, e eu não parava de pensar no dia do concerto. Bella iria ficar furiosa, mas eu já havia me decidido. Estava cansado de tudo isso.

Apertei sua mão, e ela sorriu, voltando a olhar para a estrada, parei em frente a escola. Ia sair do carro, mas ela me parou.

–Podemos não repetir a cena de semana passada?

–Amor, ele que me provocou. – meu sangue ainda fervia ao lembrar do moleque querendo se meter entre mim e Bella. Ela rolou os olhos, e segurou meu rosto entra as mãos.

–Edward, na cama de quem eu passei a noite?

–E o dia amor, não se esqueça que foram as melhores partes. – ela rolou os olhos, mas sorriu de leve.

–Ok, o dia também. Foi com você Edward, e é só com você que quero ficar. – assenti, e rocei meus lábios nos dela, ela agarrou meus cabelos, e sorri contra sua boca, e aprofundei o beijo.

Ouvimos o sinal tocar, e ela suspirou me dando outro beijo rápido e saiu apressada.

–Venho te buscar. – gritei e ela sorriu me dando um aceno e me mandou um beijo.

Suspirei e a olhei se afastar, vendo ela encontrar Alice, e as duas correram para dentro da escola, virei a chave e já ia sair com o carro quando ouvi uma batida na janela. Abri e olhei o menino que me olhava com raiva.

–O que quer moleque?

–Quero que pare de ver Bella. – eu ri.

–Garoto eu faço muito mais do que só vê-la, eu a faço minha. – ele rosnou, e abriu a porta do carro, me puxando para fora.

–Ela é de menor, não tem medo de ser preso?

–O que eu e Bella temos, é somente da minha conta e dela, fedelho.

–Escuta aqui, eu vou contar aos pais dela. – rolei os olhos.

–Não vai não. Tem medo de Bella nunca mais falar com você. E depois eu adoraria que você contasse.

–O que?

–A ideia de esconder é dela não minha. – admiti frustrado, odiava essa situação.

–Eu pensei... – não o deixei terminar.

–Escuta aqui garoto. Eu não lhe devo explicações, mas estou cheio disso. Eu amo Bella, e vou ficar na vida dela por muito tempo, então acostume-se, pois eu não vou partir. – ela abaixou os olhos.

–A ama mesmo?

–Claro que sim, não me meteria nisso, se ela não fosse importante para mim. Mas a situação é essa, eu não vou partir. Bella é minha. – ele assentiu.

–Ok, eu não vou contar aos pais dela. – assenti.

–Esta bem, agora tenho que ir. Você não devia estar na escola. – falei irritado, e ele riu.

–Já vou papai. – arregalei os olhos e o vi saindo rindo.

–Papai o caralho moleque. – ele ouviu e riu acenando.

Só por ela eu tinha que enfrentar essas situações, rosnei e arranquei com o carro em direção ao teatro.

Assim que estacionei, vi Emmett parado na frente falando no celular, acenei para ele e o alcancei. Ele desligou e apertou a minha mão.

–Como esta amigo? – olhei feio para ele, que sorriu. – Não estava com Bella?

–Sim.

–Então devia estar feliz? O que foi, ela te negou? – o fuzilei e ele riu mais. – Ou você não deu no tranco?

–Emmett!

–Ta parei. O que foi chefinho. – bufei já entrando no teatro, e vendo tudo.

–E a situação com Bella, as vezes me leva ao estremo. – ele riu, e suspirei.

–Você escolheu uma adolescente, aguente a fase rebelde dela como homem.

–O que?

–Oras, não ta reclamando por que ela é uma adolescente rebelde?

–Emmett, você caiu do berço quando criança?

–Acho que sim. Mas quando Rose perguntou a minha mãe, ela começou a chorar. – olhei para Emmett que sorria e rolei os olhos e voltei minha atenção ao teatro.

–É o segredo cabeção. Me irrita ter que me esconder para ficar com ela.

–Não tem medo do sogrão?

–Por que? Deveria?

–Bem só sei que se eu pegasse a minha menininha, com um cara mais velho, que com certeza já tirou a pureza dela, eu capava o desgraçado. – engoli em seco.

–Ainda bem que você não tem uma filha. e se Deus for justo só te dará filhos homens. – ele riu alto, e mudamos de assunto.

O teatro era grande e espaçoso, com lugares no alto, eu dei ingressos para Bella, na primeira fila e sua família, assim como meus tios e Alice e seu amigo.

Suspirei e olhei para meu piano e me sentei, Emmett tinha saído para falar no celular, e corri meus dedos pelas teclas, deixando a musica ecoar pelo teatro.

A musica de Bella, era perfeita, assim como ela, mostrava a inocência, a doçura, e como ela amadurecia se tornando algo lindo como a minha Bella era. Continuei tocando enquanto pensava no que me aconteceria no dia do concerto.

Só esperava que Bella me entendesse. E não me matasse. Sorri com esse pensamento, ela com certeza me mataria. Mas nem por isso eu desistiria.

O que será que o Edward está aprontando? Sabado que vem tem mais capitulos pra vocês!

1 Comentários:

Val RIBEIRO disse...

hum agora fiquei curiosa....

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