Todos merecemos um tempo para nos divertimos.
Boa leitura!
AVISO: o capitulo a seguir contém lemons, se continuar lendo tenha conciência disso.
Capítulo
66 – Fim de semana movimentado parte 2
- É só o Rob chegar que nós somos abandonados – meu
pai disse.
- Isso não é verdade, eu fiquei todo o período que
estive gravando TR aqui com vocês, tenho que ficar com Rob também um pouquinho.
- Você viu as fotos de você saindo do Chateau hoje
de manhã? – Taylor me perguntou.
- Vi – eu resmunguei – Qual a necessidade que as
pessoas têm em querer saber da minha vida? Eu sou uma pessoa comum.
- Quem mandou virar ídolo adolescente – Cam disse
quando entrou na sala com um enorme sanduiche – Arrependida de ter feito o filme
de vampiros?
- Claro que não, se não fosse Crepúsculo eu e Rob
não teríamos nos conhecido.
- E por amor vale passar por isso tudo, não é
filha? – minha mãe passou seu braço ao redor do meu ombro, ela era uma pessoa
que podia falar do amor com propriedade, nos tempos de hoje era difícil casais
permanecerem casados e felizes por tantos anos igual ela e meu pai viviam,
tinham problemas sim, mas o amor que um sentia pelo outro sempre ajudava a
superar as dificuldades.
- Com certeza – eu respondi convicta.
- Nossa essa casa vive em uma melação ultimamente –
Cam murmurou.
- Bom você falar isso – Taylor disse rindo – Eu
tenho uma amiga que quer conhecer você.
- Muito engraçado – Cam disse sarcástico.
- Eu estou falando sério, ela te viu comigo um dia
e disse que te achou legal...
- Isso é porque ela não conhece pessoalmente – eu
disse rindo quando uma almofada me atingiu.
- Fica quietinha Kiki – Cam disse.
- Então você vai querer conhecê-la ou não? A Rebeca
que não nos ouça, mas ela é muito gata, o nome dela é Mel. Encontrei com ela no
restaurante que estava com a Rebeca ontem a noite. – Taylor disse.
- A sorte não bate na porta duas vezes – eu disse
baixo, mas Cam ainda assim ouviu e outra almofada me atingiu.
- Ela é gata mesmo? – Cam perguntou, assim como por
perguntar, fingindo desinteresse.
- Com toda certeza, eu acho que vocês vão se dar
bem. – Taylor afirmou.
Meu celular tocou, e pelo toque eu já sabia quem
era.
- Oi amor – eu atendi o celular.
- Oi baby, já estou aqui fora com o Nick e cheio de
saudades de você.
- Eu também, já estou indo – eu disse e desliguei o
celular.
- Boa noite família, tenho que ir, não vou poder
continuar aqui discutindo a vida amorosa do Cam – eu disse e beijei o rosto dos
meus pais e dos meus irmãos.
...
Entrei na porta de trás do carro preto e vi Rob
encostado contra outra porta me mirando.
- Oi Nick – eu o cumprimentei antes, pois eu
levaria um longo tempo cumprimentando Rob.
- Oi Kris, tudo bem? – ele perguntou.
- Tudo ótimo – eu disse e Rob esticou a mão para
que eu pegasse, entrelacei meus dedos nos seus e ficamos nos olhando em
silêncio por alguns segundos enquanto Nick arrancava com o carro.
- Fiquei pensando em você o dia todo – Rob disse
afagando meu rosto, vi Nick olhando no retrovisor e rindo de nós dois.
- Eu também – eu disse baixo, Rob me puxou para
sentar bem perto dele e seus braços envolveram meu corpo.
- Espero que tenha trago tudo que é necessário para
passarmos nosso final de semana bem juntinhos – ele sussurrou no meu ouvido, eu
só assenti com a cabeça, ele abaixou seu rosto e me beijou, quando estávamos
começando a nos empolgar, Nick fez questão de nos lembrar que estava presente
dando uma falsa crise de tosse.
- Não enche – Rob deu um pequeno empurrão no banco
de Nick que estava rindo.
...
- Que bom que vocês vieram – Marcus disse quando
entramos no seu camarim.
- A Kris sempre costuma cumprir sua palavra – Rob
disse abraçando Marcus.
- Essa sou eu – eu disse enquanto Marcus me
abraçou.
- Eu espero que a vinda aqui não seja desperdiçada
e que vocês curtam o show – Marcus disse.
- Iremos curtir com certeza. – Rob afirmou.
- Quero fazer um convite
a vocês – Marcus disse – Quero que venham almoçar comigo amanhã no hotel que
estou hospedado, Palihouse. Assim eu
também te apresento a minha namorada Kris, Rob já conhece, pois o namoro é bem
antigo, já até moramos juntos na verdade.
- Na verdade faz anos não
que você namora, mas que você enrola a Natalie. – Rob disse.
- Seria uma coisa de
britânicos isso? – Marcus disse batendo o cotovelo no braço de Rob.
- Tenho certeza que não –
eu disse.
- Cuidado pra ele não te
enrolar também – Marcus disse brincando.
- Não existe essa
possibilidade – Rob afirmou passando seu braço ao redor da minha cintura.
- Não existe mesmo – eu
dei um selinho em Rob.
- Ok – Marcus disse nos
olhando meio confuso, bateram na porta avisando que estava na hora.
- Manda ver cara – Rob
apertou sua mão.
- Valeu – Marcus disse
saindo do camarim e nós o seguimos.
Marcus começou o show e
Rob em diversas vezes se empolgava muito gritando enquanto cantava junto, e a
todo momento comentava comigo algo sobre a música, o instrumental ou a melodia,
eu me amarrava em conversar com ele sobre isso, pois música também era uma
paixão pra mim.
- Já acabou? – eu me
lamentei quando Marcus encerrou sua participação no palco.
- Por hoje baby – Rob
disse – Nós ainda vamos há muito shows juntos e vamos curtir tanto como
curtimos esse.
- Vamos cumprimentar o
Marcus – eu o chamei.
- Vou enviar uma mensagem
para que o Nick venha nos buscar – Rob disse enquanto caminhávamos para o
camarim.
- Parabéns – eu abracei
Marcus – Foi incrível.
- Valeu, que bom que
curtiu – ele disse – E você Rob o que achou?
- Bem... – Rob fez cara
de decepcionado, mas eu sabia que ele apenas queria irritar Marcus.
- Fala logo cara, acho
que eu podia ter... – Marcus começou a dizer.
- Calma cara – Rob deu um
pequeno soco em seu ombro, homens e a imensa necessidade de se agredirem para
demonstrar afeto – Foi ótimo, você arrebentou.
- Obrigado – Marcus respirou aliviado – E então
nosso almoço está marcado pra amanhã?
- Estaremos lá – Rob disse – Mas agora temos que
ir, pois Nick já chegou pra nos levar de volta ao hotel - Rob olhou o celular
provavelmente Nick havia lhe enviado uma mensagem.
- Vejo vocês amanhã – Marcus disse enquanto saíamos
do seu camarim, nos despedimos dele e fomos pra saída.
- Kris você sai na frente, porque se tiver alguém
fotografando quando derem conta que é você e se prepararem pra tirar fotos você
já vai estar dentro do carro e eu entro em seguida.
- Queria ser mais como você e conseguir encarar
isso de um modo mais desencanado, mas não dá. Eu não consigo, eu não gosto de
ser o centro das atenções e ter um milhão de flashes em mim. Na hora do
trabalho tudo bem, mas na minha vida pessoal não quero ninguém bisbilhotando. –
eu desabafei.
- Eu sei baby – Rob afagou meu rosto de maneira
discreta – Por isso eu estou aqui pra te proteger – ele sorriu – Agora vamos
logo.
Eu sai na frente de cabeça abaixada e abri a porta
o mais rápido possível para entrar, havia algumas pessoas com câmera e eu fiz o
máximo pra que não conseguissem me fotografar, Rob como era sempre mais
tranquilo atraiu toda atenção pra ele caminhando com um jeito despreocupado.
- Pronto – Rob disse quando fechou a porta do carro
e Nick arrancou – O pior já passou – ele me abraçou.
- Obrigado amor – eu lhe dei um leve beijo, pois
não queria ouvir risinhos de Nick de novo.
- Curtiram o show? – Nick perguntou.
- Demais – Rob disse animado e começou a conversar
com Nick sobre o show, eu repousei minha cabeça em seu peito e fechei os olhos.
- Amor nós chegamos – Rob disse no meu ouvido.
- Hã? Chegamos onde? – eu bocejei.
- No hotel, você apagou enquanto eu e o Nick
conversávamos.
- Desculpe – eu disse esticando meus braços.
- Obrigado e boa noite Nick – Rob disse.
- Boa noite e estamos ai para o que precisar – Nick
disse, eu só acenei um tchau, ainda estava meio lenta por ter acordado naquele
momento.
- Chegamos dorminhoca – Rob disse abrindo a porta
do quarto e jogando minha mochila sobre uma poltrona.
- Não sei porque apaguei daquele jeito, eu nem
estava com tanto sono assim – eu disse tirando o tênis e deitando na cama.
- Estou com fome, só bebemos no show, quer algo? –
Rob perguntou com o telefone na mão.
- Pode ser o mesmo que você pedir pra você – eu
disse me levantando e pegando minha mochila pra colocar uma roupa mais
confortável.
Coloquei o blusão que Rob havia me dado em San
Diego e me deitei na cama de novo.
- Essa é a minha preguiçosa – Rob se deitou ao meu
lado e beijou meu rosto, ele estava usando apenas uma calça de moletom para
dormir.
- Muito preguiçosa – eu murmurei, ele me abraçou e
ficamos deitados de conchinha.
- Você não vai acreditar no que eu vou dizer agora
– eu falei.
- O que? – ele perguntou.
- Uma amiga do Tay quer conhecer o Cameron, eu acho
que finalmente ele vai desencalhar, quem sabe ele se apaixona e deixa todos os
casais da família em paz – eu disse.
- Isso é sério? Temos que dar uma festa – Rob disse
rindo.
- Vamos esperar eles se conhecerem primeiro e ver
se as coisas vão caminhar, depois nós fazemos uma festa – eu falei acompanhando
a risada de Rob.
- Podemos adiantar e ter uma festinha só nossa
hoje? – ele fez um caminho de beijos por meu pescoço enquanto sua mão deslizava
por minha perna – Ou está cansada demais? – ele perguntou bem perto do meu
ouvido e apertou minha coxa.
- Acho...que...não – eu gaguejei, Rob me deixava
sempre desestabilizada.
- Que bom – ele mordeu o lóbulo da minha orelha,
quando bateram na porta do quarto – Droga.
- Não xinga amor, eles só estão fazendo o serviço
deles atendendo o nosso pedido. – eu ri de como ele foi atender a porta mal
humorado.
...
Depois de comermos e do serviço de quarto ter vindo
recolher o carrinho, Rob logo veio pra cima de mim cheio de segundas,
terceiras, quartas e até quintas intenções.
- Sabia que não teremos problemas nenhum em
Vancouver agora, pois a Summit nos colocou no mesmo hotel, assim tudo vai ficar
bem mais fácil pra nós. – Rob disse.
- Que ótimo, eu não gostei de ficar praticamente
hospedada em 2 hotéis ao mesmo tempo.
- Podemos alugar uma casa pra podermos ficar nos
fins de semana, assim temos mais liberdade, o que você acha?
- Perfeito – eu respondi, Rob estava deitado sobre
mim me enchendo de beijos – Amor posso te pedir uma coisa?
- Qualquer coisa – ele me deu um longo beijo.
- Eu vi o violão ali, você bem que podia tocar pra
mim, tem um tempão que não ouço você tocar e cantar – eu acariciei sua nuca.
- Logo agora amor – ele reclamou.
- Por favor – eu pedi enchendo seu rosto de beijos.
- Ok – ele se levantou da cama e pegou o violão,
logo estava de volta sentado na cama conferindo a afinação do violão.
- Que música você quer?
- Alguma do Van Morrison – eu disse e ele começou a
tocar e eu fiquei ali só admirando, se um dia ele se dedicasse exclusivamente a
música ele já tinha a sua fã número 1.
Depois de cantar a música do Van Morrison, Rob
começou a tocar Never Think, e eu fiquei ainda mais apaixonada por aquela voz.
- Chega de música – eu tirei o violão de sua mão e
o coloquei encostado na parede.
- Mas foi você quem... – Rob começou a dizer.
- Shiii – eu coloquei o dedo em seus lábios pra
silenciá-lo – Tem outra coisa que eu quero fazer agora – eu o empurrei contra a
cama e comecei a beijá-lo, eu fiquei sentada em cima dele e tirei o blusão que
estava usando.
- Muito linda – Rob murmurou e me puxou pra cima
dele, e girou o corpo ficando em cima de mim.
- Você também é muito lindo – eu beijei seu
pescoço, seu queixo e terminei com um beijo urgente em sua boca.
...
- Bom dia meu amor – Rob disse sentado do meu lado
assim que eu abri os olhos.
- Bom dia – eu murmurei e me espreguicei – Você
estava sentado aqui só esperando eu acordar?
- Eu gosto de ver você dormir, seu rosto sereno,
seu corpo relaxado – ele estava acariciando meu rosto.
- Eu estou sempre muito nervosa e ansiosa, acho que
quando eu durmo que eu realmente consigo ficar tranquila – eu disse segurando
sua mão e entrelaçando meus dedos nos seus – Temos os mesmos gostos em várias
coisas, mas temperamentos tão diferentes. Eu sou tão estressada, agitada sempre
tentando definir um milhão de coisas na minha mente, já você é mais relaxado,
consegue fazer piada com tudo e se controla em momentos que eu teria explodido
sem pensar duas vezes.
- Os opostos se atraem amor – ele beijou minha mão
– É física – ele riu – E por você ser exatamente desse jeitinho – seu dedo
tocou a ponta do meu nariz – Que eu te amo, tudo que falta em mim há em você, e
o que falta em você há em mim.
- Eu também amo você desse jeito, por mais que ás
vezes eu fico tentando te colocar pra frente, te colocar mais ligado nas
coisas, se nós dois tivéssemos o meu temperamento, provavelmente não daríamos
certo.
- Mas nós damos certo e é isso que importa – ele
abaixou o rosto e me deu um beijo suave e romântico.
- Queria acordar todo dia assim – eu disse
segurando seu rosto entre minhas mãos.
- Assim como?
- Recebendo um beijo – Rob riu e me deu outro
beijo.
- Agora vem – ele se levantou e estendeu a mão pra
mim – Vamos tomar café.
...
- Amor acho que vou precisar ir em casa buscar
algumas coisas, eu esqueci de pegar minhas peças íntimas – eu lhe encarei e ele
riu.
- Eu gosto de você sem elas – Rob deu um sorriso
safado.
- Que bom acho que vou no almoço com Marcus sem
elas então – eu disse.
- Nada disso – ele me advertiu.
- De qualquer maneira não seria bom que chegássemos
juntos, eu vou de táxi e nos encontramos lá.
- Ok, eu vou então fazer uso do carro que eu
aluguei – ele disse.
- Vou chamar um táxi – eu peguei o telefone.
...
- Cuidado, eu sinceramente não confio em você no
volante – eu passei a mão em seus cabelos bagunçados.
- Eu também não confio – ele riu, eu abaixei e lhe
dei um beijo e sai.
...
- O que você esta fazendo aqui? – Cam perguntou
assim que eu entrei em casa.
- Sempre educado e receptivo – eu disse beijando
seu rosto – Eu esqueci algumas coisas, vim pegar e vou me encontrar com o Rob
no Palihouse.
- Mas vocês não estão hospedados no Chateau de
Marmont? Esta em todos os sites – Cam disse rindo.
- Que ótimo – eu respirei fundo, não queria me
estressar com a imprensa naquele momento – Onde estão todos dessa casa?
- Trabalhando – ele respondeu – Eu só vou trabalhar
a tarde.
- Ok, vou só pegar as coisas lá em cima rapidão e
checar uns e-mails – eu subi as escadas correndo.
...
Quando o táxi se aproximou do hotel o carro já foi
cercado por paparazzis.
- Que maravilha – eu murmurei sozinha e o motorista
me encarou pelo retrovisor.
Entramos no estacionamento do hotel, e os
paparazzis ficaram hesitantes enquanto eu não desci do carro, mas no exato
momento em que eu coloquei meus pés pra fora os abutres vieram com aqueles
milhares de flashes em cima de mim, um funcionário do hotel pediu pra que eles
ficassem longe, eu chamei o elevador e fiquei esperando impacientemente aquela
droga chegar enquanto os paparazzis continuavam acionando seus flashes em
minhas costas.
...
Encontrei com Marcus e sua namorada, e pedi pra
eles um minuto que eu precisava ligar para o Rob.
- Oi amor, já chegou no hotel? – Rob perguntou.
- Já, e estou ligando pra te avisar que aqueles
urubus cercaram o lugar, quase fui devorada pela aquela quantidade absurda de
lentes.
- Droga – Rob reclamou – Você está bem?
- Com raiva, mas bem – eu disse.
- Estou quase chegando, daqui a no máximo uns dez
minutos eu estou ai.
...
Rob chegou e nós quatro seguimos para o restaurante
que ficava em um lugar a céu aberto.
- Que situação desconfortável a de vocês – Natalie
comentou – Não podem nem respirar direito que tem gente querendo tirar fotos.
- Nem me fale, essa é realmente a parte chata dessa
carreira – Rob disse – Mas eu fico mais preocupado com a Kris, ela fica
realmente muito mais estressada com isso tudo, e eu olho o meu amor assim, ela
parece uma mulher durona, mas ela também é frágil, se eu pudesse quebrava a
cara desse pessoal pra não vê-los irritando a.
- Obrigado amor, mas você não pode fazer isso – eu
disse.
- Talvez quando esses filmes de crepúsculo acabarem
a perseguição em cima de vocês também amenize – Marcus disse.
- Eu espero muito que isso aconteça, mas até lá
falta muito tempo ainda – eu disse.
- Vocês podem ir pra Londres nas folgas, lá é bem
mais tranquilo em relação a isso – Marcus falou.
- Isso é verdade, se eu pudesse nos mudávamos pra
Londres amanhã se dependesse de mim. – Rob disse, eu fiquei refletindo sobre
aquilo, ele nunca tinha falado nada a respeito de morarmos em Londres.
- Você se mudaria pra Londres Kristen? Você nasceu
e foi criada aqui na Califórnia não foi? – Natalie me perguntou.
- Sim, eu moro aqui a uma vida inteira – eu
respondi pensando na primeira pergunta que ela havia me feito.
- E então amor, você iria pra Londres? – Rob me
perguntou.
- Não sei, acho que sim, mas eu ficaria longe da
minha família – eu respondi meio confusa – Ah, não sei responder isso agora, e
bem nós não estamos nos mudando, o único lugar que vamos agora é pra Vancouver
pra gravar na semana que vem.
- Vocês não param, já vão gravar de novo? – Marcus
perguntou.
- Sim, temos que aproveitar todas as oportunidades,
estou enchendo meu cofrinho – Rob disse rindo.
Depois de já termos almoçado e comido a sobremesa
continuamos apenas conversando, me levantei um pouco e fiquei em pé perto de
Rob, antes que a minha bunda ficasse quadrada de tanto ficar sentada.
...
- Hora de irmos, o almoço foi ótimo – Rob disse
apertando a mão de Marcus e em seguida a de Natalie.
- Como vamos embora? Os abutres ainda devem estar
lá. – eu perguntei.
- Eu vou embora primeiro no carro e bem acho que
eles vão ir atrás de mim, dê um tempo e vá de táxi, assim ninguém perturba você
– Rob disse.
- Tomara que seu “plano” dê certo – eu disse.
E assim nós fizemos, Rob saiu na frente uns 20
minutos depois eu sai em um táxi e já não havia mais paparazzis lá, a ideia de
Rob havia funcionado, eu iria ter que agradecê-lo muito por isso.
...
- Seu plano funcionou completamente amor – eu disse
quando entrei no quarto do hotel, ele estava deitado na cama assistindo um jogo
de baseball.
- Eu percebi que eles foram todos atrás de mim, eu
simplesmente os ignorei, mas não posso dizer que fiquei bastante irritado, a
ideia de atropelá-los até passou na minha cabeça – ele disse rindo.
- Ei, não quero ter que ir visitar ninguém na
cadeia por ter cometido homicídio premeditado em massa – eu ri e me deitei na cama
ao seu lado.
- E então o que vamos fazer hoje? – ele me
perguntou, eu deitei minha cabeça em seu braço – Fomos a dois shows nas últimas
noites e estamos sem programa pra hoje.
- Que tal ficarmos quietinhos aqui, e fazer um
programinha só nosso, só pra relaxarmos juntinhos – eu disse tocando seu queixo
quando meu celular tocou, o peguei no bolso da caça e atendi.
- Kris tenho duas novidades pra você – John meu
agente disse do outro lado da linha.
- Boas?
- Tenho certeza que de uma você vai gostar, agora
da outra – a sua voz sumiu no fim da frase.
- Diga primeiro a que eu vou gostar, assim fico
mais relaxada pra receber a outra – eu disse.
- Acabei de deixar aquele vestido que você queria
pra premiação amanhã no local onde você vai arrumar, ele é bem diferente, mas é
exatamente aquele modelo que você escolheu.
- Que bom, realmente essa é uma boa notícia agora
me diz logo a outra – eu pedi.
- Você e Rob foram fotografados durante todo o
almoço de vocês hoje, eu acho que os paparazzis subiram até nos telhados pra
tirar foto de vocês, pois as fotos são todas de cima.
- QUE INFERNO – eu gritei.
- O que foi? – Rob perguntou assustado, eu apenas
fiz o sinal com a mão para que ele esperasse.
- Fica tranquila, agora já foi – John disse – Fique
bem e não chegue atrasada amanhã pra se arrumar.
- Não vou chegar – eu disse e desliguei o telefone.
- O que aconteceu? – Rob sentou na cama e ficou me
encarando preocupado – Seu rosto está vermelho.
- John me disse que fomos fotografados durante
nosso almoço hoje, será que esses infelizes não vão sair do nosso pé nunca? Nós
estamos na cidade das estrelas, porque eles não vão fotografar outra pessoa?
- Ei – Rob passou a mão em meu rosto – Deixa isso
pra lá, nós temos que aguentar e você não está sozinha – ele segurou minha mão
– Eu estou aqui com você e estarei sempre. – ele beijou minha mão.
- Eu amo você – eu disse afagando seu rosto.
- Eu também amo você mais que tudo – ele me beijou.
...
- O que você esta fazendo aí quietinha? – Rob
perguntou do quarto, eu estava debruçada na varanda fumando, hoje era o Teen
Choice Awards e aquele pânico que me dá nesses tipos de evento já estava
acontecendo.
- Nada demais – eu respondi voltando pra dentro do
quarto e apagando o cigarro.
- Só lembrando, quando o TCA acabar nós voltamos
pra cá – Rob disse.
- Que bom, estou adorando ficar aqui com você – eu
segurei a gola de sua camisa.
- Eu também – ele beijou meu pescoço – Temos algum
tempo ainda antes de você sair?
- Sim – eu respondi – Porque? – eu sorri maliciosa
já sabendo onde ele queria chegar.
- Vou te mostrar porque – ele me beijou e nos
arrastou para a cama.
...
- Amor eu já estou indo – eu disse vendo Rob que
agora estava na varanda fumando, um dia nós dois tínhamos que largar este
vício.
- Só nos vemos no TCA agora? – ele perguntou vindo
pra dentro do quarto.
- Sim, e já sabe que temos que manter a descrição
lá – eu o lembrei.
- Sim eu
sei que não devo te agarrar no meio do evento, por mais que eu fique morrendo
de vontade – ele deu um sorriso torto.
Quarta que vem vamos ver comovai ser o TCA.












1 Comentários:
ela e mesmo muito estressada muito nervosa...mas ele controla ela muito bem...
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