Chegamos ao ultimo capitulo da nossa fic! Aproveitem!
Boa leitura!
Capitulo 30: O Começo Do Fim
Pov.
Bella
Nem
preciso dizer que nossa comemoração particular ficou gravada na memória, se
passado cinco meses desde o maravilhoso ocorrido, Edward e eu havíamos nos
tornados mais tarados um do outro do que o normal. Quer dizer sempre tiramos
isso ao pé da letra, mas agora estávamos milhares de vezes melhor, nem preciso
dizer que sexo entre a gente se tornou algo sem hora, nem lugar. E uma de
nossas últimas artimanhas foi no banheiro dos funcionários da empresa Cullen.
Eu sei dava para esperar chegar ate a sala mais estava impossível. E como agora
estamos trabalhando juntos fica tudo mais fácil. Claro que antes de tomar essa
importante decisão conversamos. Afinal tínhamos um bebê de meses de idade em
casa. Mas conversamos, chegando a conclusão de que Sophia ficaria na ala da
creche para bebês.
No começo
ela estranhou, nós estranhamos. Só que tudo ficava mais fácil quando você é um
dos donos da empresa. E como quem manda em você, é você mesmo. Eu mal deixava
Sophia na creche. Sempre a levava para sala de Edward que agora também era
dividida por mim. Onde lá tinha um cercadinho, para atender suas necessidades.
Como Edward era um pai super atencioso e mimava Sophia mais que o necessário.
Não fez objeções sobre ela ficar com a gente na hora do trabalho. Claro que a
carga maior ficava com ele, então eu tinha mais tempo para cuidar dela. Não
quero botar babás, por mim a criarei sem ajuda de babás. Pois filho criado com
os pais tem mais confiança e liberdade para se expressar. Não quero ser desses
pais que só pensam em trabalhar, e esquecem de seus filhos. Onde no lugar de
dar carinho, educação e atenção, só pensam em recompensas materiais.
Não posso
dizer que é fácil, conciliar casa, trabalho e família. Mas quando queremos não
a empecilho que atrapalhe. Claro que às vezes é difícil, mas quando se quer
tudo consegue. E em meu ver eu era boa mãe, apesar de ter tido que amadurecer e
sacrificar coisas para atender as necessidades de minha filha, e ser uma boa
esposa. Posso afirmar que aos poucos estou conseguindo ter uma vida quase
perfeita, digo quase, pois o perfeito enjoa e se torna repetitivo. Então não
quero minha vida perfeita, mas sim como ela esta.
–Edward o
que você acha de fazermos um almoço de comemoração do nosso casamento, sei que já
passou cinco meses, mas queria comemorá-lo. – Falei aproximando-me dele, que
estava sentando em sua cadeira giratória.
–Acho uma
ótima ideia. Afinal, não podemos passar em branco uma data tão especial mesmo
passado tanto meses.
–Serio? –
Sentei-me em seu colo, enlaçando seu pescoço.
–Claro
que sim. Por mim tudo bem. Mas como você irá organizar isso tão rápido?
–Não será
uma festa. Só um jantar lá em casa. Só família, claro que poderá chamar alguns
de seus amigos. Como irei fazer o mesmo. Mas será uma coisa bem simples e
organizada.
–Entendi.
Uma ótima ideia. – Falou beijando meu pescoço.
–Eu sei
que sou demais.
–Sim.
Você é demais. – Sussurrou beijando-me. – Por que não vamos almoçar, já passa
do meio-dia, sem falar que estou morrendo de fome. E com saudades da minha
princesa.
–Digo o
mesmo. – Choraminguei saindo de seu colo. Peguei minha bolsa que estava em
minha mesa. E saímos em direção ao elevador, sendo observados por todos. Quando
entramos na creche, avistamos Sophia com uma das funcionárias, estava brincando
com algo que estava em sua mão. Aproximamos dela. Claire, uma pessoa muito
dócil e que amava criança, viu que tínhamos chegado e chamou Sophia apontando
para nossa direção. Meu bebê quando viu soltou um gritinho seguido por uma
gargalhada gostosa. Estendendo os braços em nossa direção. Peguei-a em meus
braços, beijando todo seu rosto.
–Estava
com tantas saudades bebê- Sussurrei em seu ouvido. Sophia apesar de ter seis
meses, era muito inteligente. Não deixava passar nada. Além de ser toda
durinha, sustentava com facilidade seu tronco. – Essa mocinha deu muito
trabalho Claire?
–Nenhum
Srª Cullen... Ela é uma verdadeira lady. – Disse carinhosamente apertando as
bochechas de Sophia. – Vou deixá-los a sós. As outras crianças precisam de mim.
Com licença.
–Pode
ficar tranquila... Iremos sair agora. E levaremos Sophia. – Falou Edward
pegando nossa filha em seus braços.
–Ok!
Tenham um bom dia. Até amanhã Sophia. – Depositou um beijo no rosto dela e saiu
para dar atenção às outras crianças.
–E ai
princesa se divertiu muito hoje? – Perguntou Edward enquanto Sophia puxava seus
cabelos em brincadeira. – Acho que sim. Bella não voltaremos mais. Vamos para
mansão Cullen, mamãe chamou nós três para almoçamos lá. Ai você aproveita e
combina com as meninas sobre o jantar.
–Ok! Mas
os outros estarão lá?
–Provavelmente.
Já que ela nos obrigou a comparecer lá. Pois segundo Dona Esme, esquecemos da
família e nunca mais aparecemos lá.
–Meu Deus
não faz nem uma semana que passamos por lá. Já sei a quem você puxou no termo exagero.
– Disse rindo entrando no carro.
–Eu não
sou dramático – Defendeu-se
–Jura? –
Perguntei irônica
–Ok! Um
pouco.
–Edward –
Repreendi
–Tá,tá...
Sou totalmente dramático
–Sem
falar no ciumento.
–Se te
deixa melhor sou tudo isso. Está vendo filha como sua mãe é má comigo. – Sophia
quando ouviu sua voz riu. – Estou sem moral até para minha filha. No lugar de
me ajudar faz o contrario.
–Isso é
para você ver quem manda em Edward Cullen. Né filha? – Virei em sua direção
limpando suas mãozinhas sujas de baba. Que expirou rindo em seguida. – Saúde
querida.
–Já
percebeu que essa garota só ri. Mal chora. – Falou Edward olhando pelo
retrovisor, Sophia rindo com as mãozinhas na boca, sujando-as novamente.
–Isso
significa que ela é feliz. – Murmurei.
–Como não
poderia ser, tendo uma mãe maravilhosa, e um pai que é tudo de bom. Isso filha
continue exibindo sua beleza com seu carisma. –Falou em tom brincalhão. Mexendo
as sobrancelhas de modo estranho.
–Deixa de
ser convencido. – Sai do carro, tirando Sophia do bebê conforto. Indo em
direção á porta com Edward ao meu lado.
–Amor
você não pode pedir uma coisa impossível para mim. Deixa-me ser assim, é charme
sabia. E você nunca reclama. – Pediu sedutoramente
–Ok!
Senhor sedução, seja como quiser.
–Obrigado.
Toquei a
campainha. Que foi atendida por uma Esme escandalosa.
–Oi meus
amores entrem. Minha netinha linda– Pegou Sophia de meus braços sacolejando a
garota. – Carl eles chegaram. Por que demoraram tanto, todos já estão ai. Nunca
aparecem e ainda chegam atrasados. Meu Deus a lasanha. – Entregou Sophia, e
saiu correndo em direção a cozinha. Nem preciso dizer que nunca vi Esme assim.
–O que
está acontecendo com sua mãe? – Perguntei assustada
–Sei lá.
Nunca a vi assim. Acho que é a idade. – Respondeu temeroso. – Pensei que ela
iria dar uns tabefes na gente. Viu como ela falou? Assustei-me, serio.
–É até
engraçado. Ela ficou parecida comigo agora. Acho que é a convivência.
–É tem
razão. Vamos logo antes que ela entre aqui com um pé de cabra.
Quando
entramos na cozinha todos já estavam na mesa. Só foi ver Sophia que começou a
briga para ver que a pegava, o pior é que a garota nem ligava, era mudada de
braço em braço, e não estava nem ai, o contrario, estava era gostando.
–Vocês
vão mimar essa menina. E depois vai sobrar para mim, porque Edward não posso
nem falar é a mesma coisa. – Reclamei, enquanto dava comida Sophia, ou tentava.
Já que a menina só queria saber de brincar.
–Relaxa
Bella. Essa é a graça de ser a única bebê da família. Então ela tem que ser
mimada. Né princesa? – Disse a peste da tia dela, Alice. Se deixar a garota
vira boneca nas mãos dela. Mas o pior é que ela não solta um ai. Estou vendo
que essa vai dar trabalho.
–Mudando
de assunto. Pois sei que vocês já venceram. Estou pensando em fazer um jantar
só para os mais próximos. Em comemoração ao primeiro ano de casados entre mim e
Edward. O que acham?
–Incrível.
Está família está precisando de uma festa. Nem que seja jantar.
–
Concordo Rose.
–Também
acho Bella. E como vocês passaram em branco, isso é mais que merecido. – Disse
Esme
–Mas já
tem data? – Perguntou Papai
–Não pai.
Quis primeiro conversar com vocês para organizar.
–Que tal
para daqui duas semanas. Tem como organizarmos tudo. Já que só vai ser mais
familiar. Fica mais fácil. - Falou mamãe
–Está
perfeito. – Assentiu Esme. – Mas para não atrasarmos temos que começar desde
já.
–Então
podemos começar. – Falei passando Sophia para Edward. –Mas agora tenho que
preparar o banho dessa porquinha, pois ela irá dormir a qualquer momento.
–Eu te
ajudo querida. – Falou Esme.
Subimos,
eu, Esme e Edward um quarto que foi feita especialmente para Sophia. Esme pediu
para dar banho dela, permiti, enquanto isso separava sua roupa. Iria deixá-la
com uma camiseta e fralda. Quando fossemos embora botaria um macacão.
Esme saiu
do banheiro um pouco molhada, deixou Sophia no trocador.
–Vou
descer e começar a organizar as coisas com as meninas. Qualquer coisa só é
chamar.
–Ok!
Quando ela dormir, nós descemos.
Edward me
ajudou a colocar a roupa nela. Quando estava vestida, pego-a em seus braços e
se sentou na cadeira de balanço que tinha no quarto, parecida com a de nossa
casa. Enquanto eu arrumava a pequena bagunça feita no banheiro. Escutava Edward
sussurrando uma musica de ninar. Quando sai do banheiro. Sophia já estava no
berço com Edward a admirando. Aproximei dele abraçando sua cintura de lado.
–Ela está
crescendo tão rápido – Falou sem tirar os olhos de Sophia
–Eu sei
disso. Mas é a vida querido. Daqui a pouco ela estará namorando.
–Nem me
lembre disso. Ainda quero aproveitar nossa filha antes disso.
–Vamos
descer. Temos muitas coisas para organizar. – Assentiu pegando a babá
eletrônica que estava ao lado do berço.
Duas Semanas Depois...
Hoje
seria o jantar. Tínhamos chamado mais gente que o combinado, isso é que dar
conhecer várias pessoas. Mas o legal que era família nossa de longe que iria
nos visitar. Claro que teríamos amigos também inclusive alguns meus da
faculdade.
Nesse
instante estava me arrumando, enquanto Edward já estava pronto sentado na cama
com uma linda garotinha em seus braços. Sophia estava com um vestido rosa e
bolinhas pretas. Parecia uma princesa.
–Estou
pronta. Podemos descer.
–Estava
na hora. Pois alguns convidados já chegaram. Nossa sorte é que sua mãe e a
minha está os recebendo.
–Sorte
nossa. Agora vamos antes que alguém chegue aqui. – Peguei Sophia em meus
braços. E com o outro enlacei minha mão na de Edward. Descendo as escadas.
Quando
nos viram. Todos viraram em nossa direção, momento constrangedor, odeio ser
encarada. Apertei mais a mão de Edward. Cumprimentamos a todos presentes. Sendo
elogiados por nossa filha, e parabenizados pelo o ano juntos.
A festa
transcorreu maravilhosa, todo momento Edward não saiu do meu lado. Quer dizer
apenas uma vez. Pois teve que ir falar com uns acionistas da empresa. Nada
grave, afinal não queria falar de trabalho em uma festa. Fiquei conversando com
Ângela, que já estava com meu chaveirinho nos braços, onde brincava com seu
cabelo.
–Ela é
linda Bells.
–Puxou ao
pai. – Disse rindo
–Oh...
Esse homem é um pedaço de bom caminho. Teve sorte hein amiga. – Brincou
–O que
está havendo com você Dona Ângela, esta muito saidinha.
–Aprendi
com vocês. Nem vem me criticar que você está mil vezes pior que eu.
–Convivência
querida.
Ficamos
conversando amenidades. Quando avistei uma pequena visita indesejada. Pedi
licença a Ang e fui falar com Edward. Pelo jeito que ele me olhava já tinha
percebido.
–Você viu
quem está aqui? – Sussurrei perto de seu ouvido, disfarçando para os convidados
minha raiva.
–Sim. O
que ela faz aqui. – Perguntou com raiva.
–Morrer
só pode. Mas deixa se ela tentar qualquer coisa irá para em um lugar super
legal.
–Bella...
–Eu não
estou fazendo nada. Até agora.
Decidimos
ir para o jardim, não queria pegá-la na frente dos convidados. E né que a
rabugenta veio atrás da gente. Aproximou-se com seu sorriso mais sínico, onde
não enganava nem cachorro de esquina. Sua roupa ultrajava vulgaridade por onde
passava. E isso me dava repulso, ela que tentasse algo que iria parar na
cadeia, em um lugar onde merece estar.
–Oi
queridos... Parabéns- Mas era uma falsa mesmo
–O que
faz aqui Victória. Não valeu aquele aviso que lhe dei naquele dia.
–Que
aviso Bella. – Perguntou Edward próximo a mim.
–Depois
te conto.
–Aquilo?
Não querida, nunca ouviu falar que não desisto fácil das coisas. E nosso Ed é
uma dessas coisas.
–Nosso Ed
o escambal. Você possa dar o fora daqui antes que quebro sua cara.
–Ai que
mulher agressiva você foi arranjar querido.
–Melhor
do que uma puta oferecida dos infernos. – Exclamei espumando
– Bella
se acalme pense em Sophia que está aqui.
–Ah...
Quer dizer que essa remelentinha é sua filha. Ainda bem que puxou a pai. Teve
sorte criaturinha. – Disse olhando para minha filha. Agora ela mexeu com a
pessoa errada. Ninguém fala da minha bebê e sai sem uma parte quebrada.
–Edward
chame a policia. Mas primeiro preciso dar um corretivo nesse ser. Não se
preocupe comigo, só tire Sophia daqui.
–Por que
policia? Acham que vão me prender tão enganados.
–Querida
nesse tempo que você estava fugindo como uma alma. Abri uma investigação sobre
você. E posso dizer que teve um futuro podre. Não sei como você não tem
vergonha. Seus crimes não são o suficiente para você sua piranha. Como você
teve coragem de matar uma criança que nem podia se defender, e tudo por um
plano maluco.
–Com a
mesma coragem que tenho agora. Pois minha vontade é matar essa coisinha que
vocês dois chamam de filha. – Ela estava me testando só pode- E querida você
não tem provas contra mim, e isso não manterá por muito tempo presa.
–Ai que
você se engana sua vadia suga. Descobri que além desses vocês possui muitos.
Como a venda de menores para a prostituição, seu casinho com James, que além de
fingir ser amigo de Edward. Abusava de crianças sem pudor, com sua ajuda. A
morte de seus pais que nunca foi achado solução, mas mesmo assim foi
proposital. E por ultimo a morte do bebê e a dor que você causa até hoje aquela
mulher. E sabe Victória tudo só cai em cima de você como a maior suspeita. E
como a encontrei nada nem ninguém irá me impedir de botá-la por trás das
grades.
Claro que
ela estava pasma com tudo que disse. Afinal, nem Edward que estava ao meu lado
acreditaria que a mulher em que ele conviveu teria cacife para tantos crimes,
uns piores que os outros. Mas como fui persistente, descobri todos. E nesse
meio tempo que ela andava sumida, foi minha chance de armar tudo para ela. Mas
a única coisa que faltava era ela aparecer, para minha cartada final.
Victória
até tentou fugir, mas fui mais rápida puxando pelos seus cabelos. E
derrubando-a no chão.
–Agora
quer fugir sua cretina. Mostre-se mulher e assuma seus crimes.
–Nunca.
Cuidado não para sua filha ser a próxima
Meu
sangue ferveu. Além de ser vadia era desaforada. Como ela ousa falar de Sophia
para seus crimes sujos. Enquanto desferia tapas, socos em sua cara. Pensava nas
crianças que ela abusava ou ajudava. Iria me vingar e deixar marcas naquele
rosto de espiga pelo nome de cada criança. Pois isso era imperdoável. Quando
pensei no bebê que ela matou e em Sophia que foi ameaçada, tudo se
intensificou. Meus olhos criaram uma cortina vermelha. Fazendo com que eu só
ouvisse seus gritos dela de socorro, mas que não poderia ser ouvidos pela
música alta, e o estalar de um osso quebrado, julgo seu nariz. Mas parece que
quanto mais ela gritava, mais força era o soco. Sentiu o sangue fluir mais
rápido, e a adrenalina correr por minhas veias. Estava tão entretida que nem
percebi alguém me chamando ou tentando me tirar de cima da vida.
–Bella
está bom querida a policia já chegou deixa que ela faça o serviço. – Ouvi a voz
de Charlie e Edward tentando me acalmar, mas nada adiantava. Até que foi o
suficiente que dois policiais ajudassem a me tirar de cima dela. Com muita
dificuldade. Quando conseguiram, olhei para o corpo inerte no chão. Victória
respirava com dificuldade, mas ainda estava viva. Olhei para seu rosto
desfigurado e senti orgulho de mim mesma. Outro policial a pegou do chão,
levantando-a e algemando suas mãos. Nem força para levantar a cabeça ela tinha.
Mas fiz questão de chegar frente a frente com ela, e falar.
–Isso é
para você nunca mais mexer com crianças. Ou com qualquer outro tipo de pessoa
que não saiba se defender. Espero que curta seu longo e interminável tempo na
prisão. E se prepare pois nenhum prisioneiro perdoou quem abusava de crianças.
Seu amiguinho James já está preso também. E será a boneca da cadeia. E você
será a próxima. – Cuspi em sua cara e sai do local sendo acompanhada por
Edward. Como meu pai já sabia de toda história poderia resolver por mim.
–Estou
orgulhoso de você. – Falou Edward quando chegamos em um banheiro. Claro que
entramos na porta dos fundos.
–Só fiz o
que tinha de ser feito.
–Não
querida você fez mais do que qualquer pessoa poderia fazer. Eu não teria seu
poder de correr atrás do que quer, sem desistir. O que você fez Bella foi
incrível. Eu te amo.
Nem
preciso dizer que comecei a chorar.
–Meu anjo
não chore. O que houve? – Perguntou aflito
–Não
estou chorando por está triste, mas sim de felicidade. Pensar que isso tudo
acabou e que não precisamos mais temer a uma pessoa que só fez tantas outras
sofrer, isso é importante para mim. É como se eu tivesse feito algo que valia a
pena, aquela sensação de dever cumprido entende?
–Claro
que sim. Você foi destemida, e me mostrou hoje, uma das pessoas mais fortes que
já encontrei. Mas agora vamos limpar esse sangue de seu rosto. Pois ainda temos
uma filha e uma festa esperando por nós.
–Meu Deus
os convidados. Será que perceberam algo?
–Não se
preocupe com isso. Fiz com que ficasse só entre nós, as meninas e o resto da
família me ajudaram a manter tudo em ordem. Quanto a isso fique sossegada. Mas
você precisa arrumar esse seu cabelo, pois está um caos. Solte-o fica mais
bonita assim.
–Preciso
só de vinte minutos.
–Estarei
esperando aqui fora.
Quando
Edward saiu ajeitei meus cabelos, deixando-os soltos. E refiz minha maquiagem.
Como meu vestido estava do mesmo jeito não precisei trocar. Sai minutos depois,
com um Edward escorado no solado da porta do banheiro.
–Está
linda. Pronta para outra. – Disse brincalhão
–Nasci
pronta. Agora vamos que devem está sentindo nossa falta, ou uma pessoa em
especial.
–Não sem
antes de eu provar essa boca deliciosa. – Sussurrou puxando meus lábios para o
seu. Nosso beijo era calmo, preciso, envolvente. Beijávamos como a primeira
vez. Na verdade com certo alivio. Já que nossa vida a partir de agora entraria
nos eixos. Agora seria tranquila como deveria ser. Sem alguém para atrapalhar,
sem contrato, sem ciúmes, tá um pouco pode. Mas sim, com muito amor,
companheirismo, desejo, paixão.
Apesar de
não ter acontecido da forma como manda o figurino. Eu tive a oportunidade de
conhecer uma pessoa maravilhosa que me mostrou novos caminhos. Onde tive que
enfrentar uma união, sem amor, tendo que viver por cincos anos de forma
pacifica. Descobrindo novos caminhos, novas chances. Mas sem o medo de amar e
viver todos os momentos maravilhosos que tive, e ainda terei. Foi assim que meu
destino se concretizou, de forma simples, atrapalhada e diferente. Pois quando
a felicidade bate em sua porta, ela vem de jeitos diferentes. Como em um casamento
por contrato.
Fim!
Enfim, a Vacatória teve o que merecia e o nosso casal pode viver em paz junto com a bonequinha, Sophia! Quarta que vem tem o epílogo pra vocês!












1 Comentários:
muito bom... gostei do final de VICTORIA
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Equipe Cullen Family Brasil.