30 de janeiro de 2013

Fanfic Casamento por Contrato por Mrs_hay - Capitulo 30


Boa tarde pessoal!
Chegamos ao ultimo capitulo da nossa fic! Aproveitem!
Boa leitura!


Capitulo 30: O Começo Do Fim
 

Pov. Bella

Nem preciso dizer que nossa comemoração particular ficou gravada na memória, se passado cinco meses desde o maravilhoso ocorrido, Edward e eu havíamos nos tornados mais tarados um do outro do que o normal. Quer dizer sempre tiramos isso ao pé da letra, mas agora estávamos milhares de vezes melhor, nem preciso dizer que sexo entre a gente se tornou algo sem hora, nem lugar. E uma de nossas últimas artimanhas foi no banheiro dos funcionários da empresa Cullen. Eu sei dava para esperar chegar ate a sala mais estava impossível. E como agora estamos trabalhando juntos fica tudo mais fácil. Claro que antes de tomar essa importante decisão conversamos. Afinal tínhamos um bebê de meses de idade em casa. Mas conversamos, chegando a conclusão de que Sophia ficaria na ala da creche para bebês.

No começo ela estranhou, nós estranhamos. Só que tudo ficava mais fácil quando você é um dos donos da empresa. E como quem manda em você, é você mesmo. Eu mal deixava Sophia na creche. Sempre a levava para sala de Edward que agora também era dividida por mim. Onde lá tinha um cercadinho, para atender suas necessidades. Como Edward era um pai super atencioso e mimava Sophia mais que o necessário. Não fez objeções sobre ela ficar com a gente na hora do trabalho. Claro que a carga maior ficava com ele, então eu tinha mais tempo para cuidar dela. Não quero botar babás, por mim a criarei sem ajuda de babás. Pois filho criado com os pais tem mais confiança e liberdade para se expressar. Não quero ser desses pais que só pensam em trabalhar, e esquecem de seus filhos. Onde no lugar de dar carinho, educação e atenção, só pensam em recompensas materiais.

Não posso dizer que é fácil, conciliar casa, trabalho e família. Mas quando queremos não a empecilho que atrapalhe. Claro que às vezes é difícil, mas quando se quer tudo consegue. E em meu ver eu era boa mãe, apesar de ter tido que amadurecer e sacrificar coisas para atender as necessidades de minha filha, e ser uma boa esposa. Posso afirmar que aos poucos estou conseguindo ter uma vida quase perfeita, digo quase, pois o perfeito enjoa e se torna repetitivo. Então não quero minha vida perfeita, mas sim como ela esta.

–Edward o que você acha de fazermos um almoço de comemoração do nosso casamento, sei que já passou cinco meses, mas queria comemorá-lo. – Falei aproximando-me dele, que estava sentando em sua cadeira giratória.

–Acho uma ótima ideia. Afinal, não podemos passar em branco uma data tão especial mesmo passado tanto meses.

–Serio? – Sentei-me em seu colo, enlaçando seu pescoço.

–Claro que sim. Por mim tudo bem. Mas como você irá organizar isso tão rápido?

–Não será uma festa. Só um jantar lá em casa. Só família, claro que poderá chamar alguns de seus amigos. Como irei fazer o mesmo. Mas será uma coisa bem simples e organizada.

–Entendi. Uma ótima ideia. – Falou beijando meu pescoço.

–Eu sei que sou demais.

–Sim. Você é demais. – Sussurrou beijando-me. – Por que não vamos almoçar, já passa do meio-dia, sem falar que estou morrendo de fome. E com saudades da minha princesa.

–Digo o mesmo. – Choraminguei saindo de seu colo. Peguei minha bolsa que estava em minha mesa. E saímos em direção ao elevador, sendo observados por todos. Quando entramos na creche, avistamos Sophia com uma das funcionárias, estava brincando com algo que estava em sua mão. Aproximamos dela. Claire, uma pessoa muito dócil e que amava criança, viu que tínhamos chegado e chamou Sophia apontando para nossa direção. Meu bebê quando viu soltou um gritinho seguido por uma gargalhada gostosa. Estendendo os braços em nossa direção. Peguei-a em meus braços, beijando todo seu rosto.

–Estava com tantas saudades bebê- Sussurrei em seu ouvido. Sophia apesar de ter seis meses, era muito inteligente. Não deixava passar nada. Além de ser toda durinha, sustentava com facilidade seu tronco. – Essa mocinha deu muito trabalho Claire?

–Nenhum Srª Cullen... Ela é uma verdadeira lady. – Disse carinhosamente apertando as bochechas de Sophia. – Vou deixá-los a sós. As outras crianças precisam de mim. Com licença.

–Pode ficar tranquila... Iremos sair agora. E levaremos Sophia. – Falou Edward pegando nossa filha em seus braços.

–Ok! Tenham um bom dia. Até amanhã Sophia. – Depositou um beijo no rosto dela e saiu para dar atenção às outras crianças.

–E ai princesa se divertiu muito hoje? – Perguntou Edward enquanto Sophia puxava seus cabelos em brincadeira. – Acho que sim. Bella não voltaremos mais. Vamos para mansão Cullen, mamãe chamou nós três para almoçamos lá. Ai você aproveita e combina com as meninas sobre o jantar.

–Ok! Mas os outros estarão lá?

–Provavelmente. Já que ela nos obrigou a comparecer lá. Pois segundo Dona Esme, esquecemos da família e nunca mais aparecemos lá.

–Meu Deus não faz nem uma semana que passamos por lá. Já sei a quem você puxou no termo exagero. – Disse rindo entrando no carro.

–Eu não sou dramático – Defendeu-se

–Jura? – Perguntei irônica

–Ok! Um pouco.

–Edward – Repreendi

–Tá,tá... Sou totalmente dramático

–Sem falar no ciumento.

–Se te deixa melhor sou tudo isso. Está vendo filha como sua mãe é má comigo. – Sophia quando ouviu sua voz riu. – Estou sem moral até para minha filha. No lugar de me ajudar faz o contrario.

–Isso é para você ver quem manda em Edward Cullen. Né filha? – Virei em sua direção limpando suas mãozinhas sujas de baba. Que expirou rindo em seguida. – Saúde querida.

–Já percebeu que essa garota só ri. Mal chora. – Falou Edward olhando pelo retrovisor, Sophia rindo com as mãozinhas na boca, sujando-as novamente.

–Isso significa que ela é feliz. – Murmurei.

–Como não poderia ser, tendo uma mãe maravilhosa, e um pai que é tudo de bom. Isso filha continue exibindo sua beleza com seu carisma. –Falou em tom brincalhão. Mexendo as sobrancelhas de modo estranho.

–Deixa de ser convencido. – Sai do carro, tirando Sophia do bebê conforto. Indo em direção á porta com Edward ao meu lado.

–Amor você não pode pedir uma coisa impossível para mim. Deixa-me ser assim, é charme sabia. E você nunca reclama. – Pediu sedutoramente

–Ok! Senhor sedução, seja como quiser.

–Obrigado.

Toquei a campainha. Que foi atendida por uma Esme escandalosa.

–Oi meus amores entrem. Minha netinha linda– Pegou Sophia de meus braços sacolejando a garota. – Carl eles chegaram. Por que demoraram tanto, todos já estão ai. Nunca aparecem e ainda chegam atrasados. Meu Deus a lasanha. – Entregou Sophia, e saiu correndo em direção a cozinha. Nem preciso dizer que nunca vi Esme assim.

–O que está acontecendo com sua mãe? – Perguntei assustada

–Sei lá. Nunca a vi assim. Acho que é a idade. – Respondeu temeroso. – Pensei que ela iria dar uns tabefes na gente. Viu como ela falou? Assustei-me, serio.

–É até engraçado. Ela ficou parecida comigo agora. Acho que é a convivência.

–É tem razão. Vamos logo antes que ela entre aqui com um pé de cabra.

Quando entramos na cozinha todos já estavam na mesa. Só foi ver Sophia que começou a briga para ver que a pegava, o pior é que a garota nem ligava, era mudada de braço em braço, e não estava nem ai, o contrario, estava era gostando.

–Vocês vão mimar essa menina. E depois vai sobrar para mim, porque Edward não posso nem falar é a mesma coisa. – Reclamei, enquanto dava comida Sophia, ou tentava. Já que a menina só queria saber de brincar.

–Relaxa Bella. Essa é a graça de ser a única bebê da família. Então ela tem que ser mimada. Né princesa? – Disse a peste da tia dela, Alice. Se deixar a garota vira boneca nas mãos dela. Mas o pior é que ela não solta um ai. Estou vendo que essa vai dar trabalho.

–Mudando de assunto. Pois sei que vocês já venceram. Estou pensando em fazer um jantar só para os mais próximos. Em comemoração ao primeiro ano de casados entre mim e Edward. O que acham?

–Incrível. Está família está precisando de uma festa. Nem que seja jantar.

– Concordo Rose.

–Também acho Bella. E como vocês passaram em branco, isso é mais que merecido. – Disse Esme

–Mas já tem data? – Perguntou Papai

–Não pai. Quis primeiro conversar com vocês para organizar.

–Que tal para daqui duas semanas. Tem como organizarmos tudo. Já que só vai ser mais familiar. Fica mais fácil. - Falou mamãe

–Está perfeito. – Assentiu Esme. – Mas para não atrasarmos temos que começar desde já.

–Então podemos começar. – Falei passando Sophia para Edward. –Mas agora tenho que preparar o banho dessa porquinha, pois ela irá dormir a qualquer momento.

–Eu te ajudo querida. – Falou Esme.

Subimos, eu, Esme e Edward um quarto que foi feita especialmente para Sophia. Esme pediu para dar banho dela, permiti, enquanto isso separava sua roupa. Iria deixá-la com uma camiseta e fralda. Quando fossemos embora botaria um macacão.

Esme saiu do banheiro um pouco molhada, deixou Sophia no trocador.

–Vou descer e começar a organizar as coisas com as meninas. Qualquer coisa só é chamar.

–Ok! Quando ela dormir, nós descemos.

Edward me ajudou a colocar a roupa nela. Quando estava vestida, pego-a em seus braços e se sentou na cadeira de balanço que tinha no quarto, parecida com a de nossa casa. Enquanto eu arrumava a pequena bagunça feita no banheiro. Escutava Edward sussurrando uma musica de ninar. Quando sai do banheiro. Sophia já estava no berço com Edward a admirando. Aproximei dele abraçando sua cintura de lado.

–Ela está crescendo tão rápido – Falou sem tirar os olhos de Sophia

–Eu sei disso. Mas é a vida querido. Daqui a pouco ela estará namorando.

–Nem me lembre disso. Ainda quero aproveitar nossa filha antes disso.

–Vamos descer. Temos muitas coisas para organizar. – Assentiu pegando a babá eletrônica que estava ao lado do berço.

Duas Semanas Depois...

Hoje seria o jantar. Tínhamos chamado mais gente que o combinado, isso é que dar conhecer várias pessoas. Mas o legal que era família nossa de longe que iria nos visitar. Claro que teríamos amigos também inclusive alguns meus da faculdade.

Nesse instante estava me arrumando, enquanto Edward já estava pronto sentado na cama com uma linda garotinha em seus braços. Sophia estava com um vestido rosa e bolinhas pretas. Parecia uma princesa.


–Estou pronta. Podemos descer.

–Estava na hora. Pois alguns convidados já chegaram. Nossa sorte é que sua mãe e a minha está os recebendo.

–Sorte nossa. Agora vamos antes que alguém chegue aqui. – Peguei Sophia em meus braços. E com o outro enlacei minha mão na de Edward. Descendo as escadas.

Quando nos viram. Todos viraram em nossa direção, momento constrangedor, odeio ser encarada. Apertei mais a mão de Edward. Cumprimentamos a todos presentes. Sendo elogiados por nossa filha, e parabenizados pelo o ano juntos.

A festa transcorreu maravilhosa, todo momento Edward não saiu do meu lado. Quer dizer apenas uma vez. Pois teve que ir falar com uns acionistas da empresa. Nada grave, afinal não queria falar de trabalho em uma festa. Fiquei conversando com Ângela, que já estava com meu chaveirinho nos braços, onde brincava com seu cabelo.

–Ela é linda Bells.

–Puxou ao pai. – Disse rindo

–Oh... Esse homem é um pedaço de bom caminho. Teve sorte hein amiga. – Brincou

–O que está havendo com você Dona Ângela, esta muito saidinha.

–Aprendi com vocês. Nem vem me criticar que você está mil vezes pior que eu.

–Convivência querida.

Ficamos conversando amenidades. Quando avistei uma pequena visita indesejada. Pedi licença a Ang e fui falar com Edward. Pelo jeito que ele me olhava já tinha percebido.

–Você viu quem está aqui? – Sussurrei perto de seu ouvido, disfarçando para os convidados minha raiva.

–Sim. O que ela faz aqui. – Perguntou com raiva.

–Morrer só pode. Mas deixa se ela tentar qualquer coisa irá para em um lugar super legal.

–Bella...

–Eu não estou fazendo nada. Até agora.

Decidimos ir para o jardim, não queria pegá-la na frente dos convidados. E né que a rabugenta veio atrás da gente. Aproximou-se com seu sorriso mais sínico, onde não enganava nem cachorro de esquina. Sua roupa ultrajava vulgaridade por onde passava. E isso me dava repulso, ela que tentasse algo que iria parar na cadeia, em um lugar onde merece estar.

–Oi queridos... Parabéns- Mas era uma falsa mesmo

–O que faz aqui Victória. Não valeu aquele aviso que lhe dei naquele dia.

–Que aviso Bella. – Perguntou Edward próximo a mim.

–Depois te conto.

–Aquilo? Não querida, nunca ouviu falar que não desisto fácil das coisas. E nosso Ed é uma dessas coisas.

–Nosso Ed o escambal. Você possa dar o fora daqui antes que quebro sua cara.

–Ai que mulher agressiva você foi arranjar querido.

–Melhor do que uma puta oferecida dos infernos. – Exclamei espumando

– Bella se acalme pense em Sophia que está aqui.

–Ah... Quer dizer que essa remelentinha é sua filha. Ainda bem que puxou a pai. Teve sorte criaturinha. – Disse olhando para minha filha. Agora ela mexeu com a pessoa errada. Ninguém fala da minha bebê e sai sem uma parte quebrada.

–Edward chame a policia. Mas primeiro preciso dar um corretivo nesse ser. Não se preocupe comigo, só tire Sophia daqui.

–Por que policia? Acham que vão me prender tão enganados.

–Querida nesse tempo que você estava fugindo como uma alma. Abri uma investigação sobre você. E posso dizer que teve um futuro podre. Não sei como você não tem vergonha. Seus crimes não são o suficiente para você sua piranha. Como você teve coragem de matar uma criança que nem podia se defender, e tudo por um plano maluco.

–Com a mesma coragem que tenho agora. Pois minha vontade é matar essa coisinha que vocês dois chamam de filha. – Ela estava me testando só pode- E querida você não tem provas contra mim, e isso não manterá por muito tempo presa.

–Ai que você se engana sua vadia suga. Descobri que além desses vocês possui muitos. Como a venda de menores para a prostituição, seu casinho com James, que além de fingir ser amigo de Edward. Abusava de crianças sem pudor, com sua ajuda. A morte de seus pais que nunca foi achado solução, mas mesmo assim foi proposital. E por ultimo a morte do bebê e a dor que você causa até hoje aquela mulher. E sabe Victória tudo só cai em cima de você como a maior suspeita. E como a encontrei nada nem ninguém irá me impedir de botá-la por trás das grades.

Claro que ela estava pasma com tudo que disse. Afinal, nem Edward que estava ao meu lado acreditaria que a mulher em que ele conviveu teria cacife para tantos crimes, uns piores que os outros. Mas como fui persistente, descobri todos. E nesse meio tempo que ela andava sumida, foi minha chance de armar tudo para ela. Mas a única coisa que faltava era ela aparecer, para minha cartada final.

Victória até tentou fugir, mas fui mais rápida puxando pelos seus cabelos. E derrubando-a no chão.

–Agora quer fugir sua cretina. Mostre-se mulher e assuma seus crimes.

–Nunca. Cuidado não para sua filha ser a próxima

Meu sangue ferveu. Além de ser vadia era desaforada. Como ela ousa falar de Sophia para seus crimes sujos. Enquanto desferia tapas, socos em sua cara. Pensava nas crianças que ela abusava ou ajudava. Iria me vingar e deixar marcas naquele rosto de espiga pelo nome de cada criança. Pois isso era imperdoável. Quando pensei no bebê que ela matou e em Sophia que foi ameaçada, tudo se intensificou. Meus olhos criaram uma cortina vermelha. Fazendo com que eu só ouvisse seus gritos dela de socorro, mas que não poderia ser ouvidos pela música alta, e o estalar de um osso quebrado, julgo seu nariz. Mas parece que quanto mais ela gritava, mais força era o soco. Sentiu o sangue fluir mais rápido, e a adrenalina correr por minhas veias. Estava tão entretida que nem percebi alguém me chamando ou tentando me tirar de cima da vida.

–Bella está bom querida a policia já chegou deixa que ela faça o serviço. – Ouvi a voz de Charlie e Edward tentando me acalmar, mas nada adiantava. Até que foi o suficiente que dois policiais ajudassem a me tirar de cima dela. Com muita dificuldade. Quando conseguiram, olhei para o corpo inerte no chão. Victória respirava com dificuldade, mas ainda estava viva. Olhei para seu rosto desfigurado e senti orgulho de mim mesma. Outro policial a pegou do chão, levantando-a e algemando suas mãos. Nem força para levantar a cabeça ela tinha. Mas fiz questão de chegar frente a frente com ela, e falar.

–Isso é para você nunca mais mexer com crianças. Ou com qualquer outro tipo de pessoa que não saiba se defender. Espero que curta seu longo e interminável tempo na prisão. E se prepare pois nenhum prisioneiro perdoou quem abusava de crianças. Seu amiguinho James já está preso também. E será a boneca da cadeia. E você será a próxima. – Cuspi em sua cara e sai do local sendo acompanhada por Edward. Como meu pai já sabia de toda história poderia resolver por mim.

–Estou orgulhoso de você. – Falou Edward quando chegamos em um banheiro. Claro que entramos na porta dos fundos.

–Só fiz o que tinha de ser feito.

–Não querida você fez mais do que qualquer pessoa poderia fazer. Eu não teria seu poder de correr atrás do que quer, sem desistir. O que você fez Bella foi incrível. Eu te amo.

Nem preciso dizer que comecei a chorar.

–Meu anjo não chore. O que houve? – Perguntou aflito

–Não estou chorando por está triste, mas sim de felicidade. Pensar que isso tudo acabou e que não precisamos mais temer a uma pessoa que só fez tantas outras sofrer, isso é importante para mim. É como se eu tivesse feito algo que valia a pena, aquela sensação de dever cumprido entende?

–Claro que sim. Você foi destemida, e me mostrou hoje, uma das pessoas mais fortes que já encontrei. Mas agora vamos limpar esse sangue de seu rosto. Pois ainda temos uma filha e uma festa esperando por nós.

–Meu Deus os convidados. Será que perceberam algo?

–Não se preocupe com isso. Fiz com que ficasse só entre nós, as meninas e o resto da família me ajudaram a manter tudo em ordem. Quanto a isso fique sossegada. Mas você precisa arrumar esse seu cabelo, pois está um caos. Solte-o fica mais bonita assim.

–Preciso só de vinte minutos.

–Estarei esperando aqui fora.

Quando Edward saiu ajeitei meus cabelos, deixando-os soltos. E refiz minha maquiagem. Como meu vestido estava do mesmo jeito não precisei trocar. Sai minutos depois, com um Edward escorado no solado da porta do banheiro.

–Está linda. Pronta para outra. – Disse brincalhão

–Nasci pronta. Agora vamos que devem está sentindo nossa falta, ou uma pessoa em especial.

–Não sem antes de eu provar essa boca deliciosa. – Sussurrou puxando meus lábios para o seu. Nosso beijo era calmo, preciso, envolvente. Beijávamos como a primeira vez. Na verdade com certo alivio. Já que nossa vida a partir de agora entraria nos eixos. Agora seria tranquila como deveria ser. Sem alguém para atrapalhar, sem contrato, sem ciúmes, tá um pouco pode. Mas sim, com muito amor, companheirismo, desejo, paixão.

Apesar de não ter acontecido da forma como manda o figurino. Eu tive a oportunidade de conhecer uma pessoa maravilhosa que me mostrou novos caminhos. Onde tive que enfrentar uma união, sem amor, tendo que viver por cincos anos de forma pacifica. Descobrindo novos caminhos, novas chances. Mas sem o medo de amar e viver todos os momentos maravilhosos que tive, e ainda terei. Foi assim que meu destino se concretizou, de forma simples, atrapalhada e diferente. Pois quando a felicidade bate em sua porta, ela vem de jeitos diferentes. Como em um casamento por contrato.

Fim!
Enfim, a Vacatória teve o que merecia e o nosso casal pode viver em paz junto com a bonequinha, Sophia! Quarta que vem tem o epílogo pra vocês!

1 Comentários:

Val RIBEIRO disse...

muito bom... gostei do final de VICTORIA

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