Chegamos ao final da nossa fanfic!
Boa leitura!
Epílogo: Pertencentes Um Ao Outro, Como Um Só
Pov. Bella
Já havia
se passado dois anos e meio desde a festa de um ano de casados. Edward
continuava o mesmo, só que um pouco mais ciumento, tanto em relação a mim
quando a Sophia. O que me fazia rir, e às vezes temos brigas bobas, outras tão
serias, chegando ao ponto de quase acabar com meu casamento. Como a de algumas
semanas onde fiquei sem falar com Edward durante um mês, sim, não sei como aguentamos.
Já que provocávamos um ao outro das piores maneiras que possam imaginar. E tudo
isso começou porque um funcionário da empresa ficou se insinuando para mim,
sempre tentava me esquivar. Só que Edward teve o vislumbre de ter visto tal
ato, o que acabou fazendo-o tirar conclusões precipitadas. O que me deixou
extremamente revoltosa, pela sua falta de confiança em mim, logo eu, que nunca
lhe dei motivos. Mas isso só acabou depois dele ter me pedido milhões de
desculpas. Cheguei a pensar que nosso casamento chegaria ao fim. Pois seus
ciúmes estavam nos dilacerando aos poucos. Apesar disso, botamos as cartas na
mesa, tendo uma conversa madura, onde inseguranças, duvidas e certezas foram
ouvidas. Depois disso voltamos ao nosso normal, sempre com um ciúme inofensivo,
sem estresses.
Sophia
estava cada dia mais esperta, e apegada ao pai. Não a culpava, pois ainda tenho
minhas duvidas de Edward ser um anjo, pois qualquer pessoa se apaixona
facilmente por ele, prova disso somos eu e Soph. Minha princesa tinha falado
sua primeira palavra, com um ano e meio. E adivinhem o que foi? Papai, sim,
aquela ingrata, carrego-a nove meses em meu ventre, para ela dizer o nome
papai. Nem preciso dizer que ele ficou extremamente feliz, só os perdoei, pelo
fato de ter visto seu sorriso com orgulho dirigido a Sophia, e os olhinhos de
nossa filha. Mas superei ao decorrer de alguns minutos, depois ela também ter
falado mamãe.
Flashback
On
Edward
havia ido trabalhar logo cedo. Decidi ir depois, como Sophia tinha ido dormir
um pouco tarde. Só depois das duas da madrugada. Tendo eu chance de cair
exausta na cama.
Fui
acordada pelo balbuciar de um som infantil, com um pequeno peso sobre meu
corpo. Quando abrir os olhos, dei de cara com um par de esmeraldinas
arredondas, olhando para mim.
–Bom dia
princesa. – Disse a abraçando e beijando seu rostinho.
Sophia
apesar de ter um ano e meio ainda não falava, conseguia claro, fazer alguns
sons que davam para entender algo. Como algumas silabas. Mas uma palavra
inteira, ainda não. Dei um banho nela, tomamos café, quer dizer eu, já que
Sophia quis o leitinho dela. Ela tinha parado de mamar aos oito meses. Já que
eu possuía muito leite. Tenho certeza que se ela ainda quisesse teria o mamar
dela. Só que decidi tirar antes que ela se apegasse.
Fui à
empresa com Soph perto da hora do almoço. Quando cheguei todos olharam em minha
direção e me cumprimentaram. Claro que Sophia era paparicada por todos,
principalmente por Maria, secretaria de Edward, uma senhora casada a 30 anos, a
qual a considerava como parte da família, como ela própria dizia, Sophia era a
netinha que nunca teve.
–Sra.
Cullen, minha netinha. Como está? – Perguntou enquanto pegava Sophia de meu
colo.
–Já disse
que é só Bella. Estou bem... Edward está ocupado?
–Você já
sabe que para você, ele nunca está ocupado. – Disse brincalhona
–Eu sei.
Vou entrar. Depois nos falamos. – Dei um beijo em seu rosto e sai
Quando
abri a porta avistei Edward escorado em sua mesa. Analisando alguns papeis. Ele
não tinha percebido nossa presença. Mas uma pessoinha especial queria mudar
isso, pois fez uma coisa que me deixou paralisada e surpresa ao mesmo tempo.
–Papai. –
Uma voz suava preencheu o ambiente.
Edward
que se encontrava de cabeça baixa, levantou com os olhos cheios de lagrimas.
Com a expressão pasma no rosto. Nem eu estava acreditando em que meus ouvidos
captaram.
–Ela
disse papai? – Perguntou emocionado.
–Sim, -
Sussurrei já chorando
–Oh Deus.
Fala de novo filha. – Disse aproximando de nós duas. Olhando nos olhos de
Sophia que tinha uma expressão divertida no rosto.
–Papai. –
Falou gargalhando gostosamente. Edward a pegou de meus braços e a abraçou
fortemente, beijando seu rostinho confuso.
–Temos
que comemorar esse momento. Que tal sairmos para jantar.
Apesar de
ter ficado um pouco chateada, estava feliz. Afinal, nossa filha tinha falado
sua primeira palavra mesmo não sendo mamãe.
–Sim.
Você escolhe.
–Bella
você ficou chateada? –Perguntou duvidoso
–Não
claro que não, só um pouco, admito mais nada grave. Quando ela estiver pronta
falará mamãe.
– Esta
vendo querida, ta na hora de praticar a palavra mamãe, ou ela ficará chateada.
– Sophia prestava atenção nas palavras de Edward como entendesse. Depois olhou
para mim, com o rostinho confuso, pronunciando as palavras que desabou minhas
estruturas.
–Mamãe
xatada? – Perguntou inocente. Nem preciso dizer que peguei em meus braços,
sussurrando um eu te amo em seu ouvido.
–Eu não
disse que era uma questão de tempo.
–Você
sempre tem razão.
Flashback
Off
Depois
desse dia começamos a criar uma pequena tagarela em casa. Edward sempre
precisava de um babador de tanto que babava em sua filha, não o culpo cada nova
descoberta dela era a coisa mais importante para nós.
Sophia como
já tinha três anos, estava em uma escolinha. Estudava a parte da manhã.
Enquanto Edward e eu estávamos em uma reunião. Já estava acabando, depois eu
iria pegar Sophia. Esse era nosso ritual, trabalhávamos juntos na parte da
manhã, e depois do almoço Sophia ficava com a gente.
Quando
acabamos. Fui pega-la na escola, e lá vinha ela com suas novas historias.
–Mamãe a
senhora não sabe. – Sua expressão era de felicidade.
–O que
filha?
–Eu
encontrei meu plincipe encantado – Falou minha cebolinha. Apesar de ter uma boa
dicção, Sophia trocava o “r” pelo “l”, normal para sua idade.
–Serio.
Não acredito, quem é ele?
–É o
menino da minha tulma, nome dele é Seth, mamãe ele é tão fofinho comigo, igual
ao papai com a senhora - Tive que rir. Essa menina aparecia com cada uma.
Depois iria ver melhor quem era o príncipe dela. Nem quero ver quando Edward
descobrir.
–Filha
não conte ao seu pai.
–Por que
mamãe?
–Ele irá
ficar chateado, você sabe como é ciumento.
–Eu
consigo convencer ele mamãe. Deixa comigo – Parecia até uma menina de dez anos
falando não uma de três. Agora to começando, a saber, como ela dará trabalho.
–Você que
sabe.
Pov.
Edward
Bella
tinha ido pegar Sophia na creche. Enquanto fiquei avaliando alguns papeis.
Estava tão absorto, que levei um susto quando uma pequena furação entrou
correndo e gritando por minha sala.
–Papai.
–Pulou em meus braços. Sorri com sua afobação e beijei seu rostinho animado.
Sophia
era muito parecida comigo e Bella em alguns aspectos. Mas a outra metade era de
Alice e Emmett. Sua parte Alice estava na moda, quando essas duas iriam ao
shopping meu cartão vinha estourado. Nunca estava desarrumada ou teria um
treco, dramática como a tia. E Emmett o lado brincalhão e bagunceiro. Era o
xodó da família.
Como
agora estava na escolinha. Vinha com novas novidades a cada dia, e surpresa.
Cada dia era uma nova descoberta.
Bella
estava na porta observando tudo com um sorriso em seu rosto.
–Papai
tenho uma coisa para falar. – Disse com expectativa.
–O que
querida? Pode falar.
–Papai o
senhor sabe que só existi você na minha vidinha né? Você sempre será meu plincipe.
E que eu amo muito...
–Já estou
ficando com ciúmes – Falou Bella rindo, ai tem.
–Eu
também te amo mamãe... Bom, então é que sabe. Vou falar, eu encontrei o amor da
minha vida.
–Como é a
história Sophia Marie Cullen. – Seu sorriso que encontrava em seu
rostinho de boneca se desmanchou, dando vida a uma bela tromba.
Não pode
ser, estou sonhando como meu bebê, meu anjinho, minha princesa. Estava
apaixonada. Vou mandar essa menina para um convento, não pode esta acontecendo
e Bella ainda ri.
–É isso
mesmo que o senhor ouviu. E sabe papai ele me pediu em namoro e aceitei.
–Eu não
acredito. Vou te mandar para um convento garota. Pode acabar isso agora, sem
falar que nem idade para isso você tem. Nem pensar, filha minha só namora
depois dos 30 anos e olhe lá.
Sophia
que estava no meu colo. Correu para os braços de Bella chorando. Dizendo que eu
era malvado e queria acabar com a vidinha dela. Oh menininha dramática só
poderia ter puxado a mãe.
–Calma
querida. Não é o fim do mundo. – Disse Bella beijando seus cabelos.
–Claro
que é mamãe. Como não pode ser. Eu amo o Seth. – Então o nome desse serzinho é
Seth, a ele irá se ver comigo. – Mamãe quero ir embora. Me leva pra casa, por
favor? – Pediu suplicante, apesar de tudo não gostava de vê-la triste.
–Ok
querida. Espere-me lá fora com a vovó Maria, daqui a pouco vou. Deixa eu falar
com seu pai, ta bom?
Ela
assentiu, e saiu cabisbaixa do escritório, sem ao menos se despedir de mim.
Bella se aproximou, sentando em meu colo.
–Amor
você não precisava fazer isso. – Falou calmamente.
–Como
não? Bella é apenas um bebê, meu bebê. Santo cristo.
–Calma
não é o fim do mundo. Você sabe que o namoro deles não é como o de nós adulto.
E o namorar dela é beijo na mão ou na bochecha.
–Começa
assim – Resmunguei
–Está
mais criança que Sophia sabia. Tome jeito homem. Você sabe como ela é cabeça
dura, puxou um pouco de nós dois nesse aspecto. O melhor a fazer é conversar
com ela. Para mim esse namoro é normal. Mas você que decidi ok? Só não a
magoe você sabe que ela te ama.
–Ok!
Fiquei de cabeça quente. Quando chegar em casa converso com ela. Mas acalme um
pouco a ferinha para mim. – Disse beijando meu rosto.
–Pode
deixar. – Falou rindo.
–Nos
vemos em casa. Eu te amo.
–Eu
também.
Quando
Bella saiu. Revi meus conceitos e percebi que ela estava certa. Era só um
namoro de jardim, até eu já tive um. Mas ainda não conseguia aceitar. Ela é
minha princesinha. Só quem é pai para entender isso. Poxa não quero que ninguém
a roube de mim, muito menos um garoto que mal saiu das fraldas.
Depois
disso mal consegui trabalhar direito. Decidi ir para casa mais cedo, já que não
estava prestando atenção em nada. Quando cheguei em casa Bella estava na sala
assistindo algum filme infantil com Sophia. Quando ela me viu na porta, saiu do
sofá indo em direção as escadas.
–Espere
ai mocinha. Quero falar com você. – Ela virou a contra gosto e desceu
resmungando.
–Pode
falar. – Falou desinteressada.
–Fale
direito comigo, ainda sou seu pai.
–Ta bom
papai. – Meu Deus essa menina ainda me faz enfartar, e olhe que só tem três
anos. Os genes de Bella entraram em ação, e vejo com força total. Vi Bella
saindo para nos dar privacidade.
–Vem cá.
Só quero conversar. Pare dos seus abusos. – Mesmo contrariada sentou no sofá de
bracinhos cruzados, a cena era até cômica. Ajoelhei em sua frente, segurando
uma de suas mãos. – Bem filha você sabe que é difícil para o papai aceitar isso
né?
–Por quê?
– Perguntou confusa, pelo menos amansei um pouco a fera menor.
–Como vou
explicar. É que eu fico com ciúmes sabe. Dói saber que o menino que nem
conheço, vem para pegar minha princesinha de mim. Você sabe o quanto eu a amo
né? E que você e sua mãe são minha vida. Por isso é tão difícil de aceitar. Eu
te amo demais querida, para querer dividir você com outro garoto, além de seus
tios e avôs.
–Então só
é isso? – Perguntou com os olhinhos brilhando.
–Sim
querida. Espero que entenda.
–Porque
não me disse papai. Você sabe que também te amo. Não precisa de drama, eu
sempre vou querer ser sua plincesinha mimada. O Seth é só um garoto, ele não é
tão importante quanto você e a mamãe. É só meu namolado. – Dizia com tanta
tranquilidade que me fez rir.
–Então eu
deixo vocês dois namorarem. Mas com uma condição.
–Qual? –
Perguntou curiosa.
–Sem beijos
na boca pelos próximos 15 anos. Estou até sendo bonzinho.
–Só isso.
Ah papai pode ficar tranquilo. Beijo na boca é nojento. Eca... – Disse
enrugando seu pequeno nariz de forma engraçada
–Isso
mesmo eca... Pense assim até ficar velhinha. Agora vem ar um abraço em seu
velho.
–Eu te
amo papai, muito. – Disse-me abraçando fortemente.
–Eu
também querida. Você não sabe o quanto. – Inspirei o cheiro de seus cabelos,
que era igual o da mãe. Depois de um tempo Sophia levantou a cabeça de meu
ombro.
–Papai...
–Sim.
–O senhor
não é velho. – Ri de suas palavras.
–Ok
Princesa. Agora que tal irmos procurar a mamãe, e assistirmos um filme no
quarto do papai.
–Vamos
logo papai.
Encontrei
Bella no quarto de Sophia. Como era quase sete horas. Estava na hora do banho
dela. Enquanto Bella dava seu banho fui para cozinha preparar pipoca e
brigadeiro. Quando subi as duas já estavam enroladas em baixo do edredom.
Prometi que tomaria um banho rápido.
Quando
sai o filme já ia começar, era de desenho claro. Pedido de Sophia e botamos Alvin
e os Esquilos. O filme era até engraçado. Mas Sophia adormeceu antes do
fim. Era quase 21h00min da noite.
–Dormiu?
– Perguntou Bella, enquanto botava a vasilha de pipoca ao lado da cama.
–Sim.
Sophia
parecia um anjinho dormindo. Era serena e pura, como todas as crianças. Fiquei
acariciando seus cabelos, enquanto admirava seu rosto adormecido.
–Como foi
à conversa? – Perguntou Bella. Já que não tivemos a oportunidade de conversar
desde que cheguei do trabalho.
–Correu
tudo bem. Ela foi marrenta no inicio. Mais acabou aceitando minhas regras, como
eu aceitei. Dá para acreditar, minha filha de três anos namorando. Logo eu que
pensei que só iria me preocupar com isso, daqui a quinze anos.
–Nem eu
acredito. E só permito porque sei que é um namoro genuíno. É até fofo.
–Muito
menos eu. Mas ela me prometeu que sempre será minha princesinha.
–Ciumento...
- Beijou-me por cima de Sophia. Já que nossa pequena estava entre o meio da
cama.
–Faz
parte da vida de um pai. – Sussurrei fazendo com que Bella risse.
[...]
Dois Anos
Depois...
Dois anos
se passaram... Tão rápido. Nem acreditava, daqui uma semana completaria cinco
anos de casados, daqui uma semana nosso contrato acabaria nos tornando solteiros
novamente pela lei civil. Sophia continuava linda e sapeca como sempre, ainda
mais na verdade. Já Bella... Oh minha Bella, continuava linda como sempre. No
auge de seus 27 anos. Trazendo cada vez mais alegria para minha vida. Como vem
acontecendo desde o momento que a vi pela primeira vez. Naquele jantar de
noivado. Onde mudou minha vida completamente.
Estava
planejando uma viajem para Paris. Iríamos os três. Queria comemorar nossos
cinco anos de casados com nossa filha, fruto do nosso amor. Bella ainda não
sabia que iríamos, já que andava um tanto desligada. Uma coisa que sempre foi.
E Sophia estava deixando-a de cabelos em pé, era até divertida a relação das
duas. Tinha vezes que pareciam duas irmãs, no lugar de mãe e filha.
Agora
nesse exato momento, estávamos em nossa cama. Prontos para dormir, e não achei
o lugar para apropriado para comunicá-la minha decisão. Bella estava deitada em
meu peito. Acariciava seus cabelos, enquanto a mesma fazia um carinho circular
em meu peito.
–Amor? –
Chamei-a
–Sim. – Falou
com a voz suave
–Tenho
uma coisa para lhe propor. Espero que goste.
–Pode
falar. – Respondeu na mesma posição que se encontrava.
–Bom como
iremos fazer cinco anos de casados na semana que vem. Queria levá-la a Paris.
Para comemoramos, sem falar que nosso contrato irá acabar.
–Serio? –
Levantou-se em um rompante.
–Sim. Já
comprei as passagens. Só falta você dizer sim.
–Claro
que aceito. Mais que pergunta. Só que se esqueceu de uma coisinha.
–O que?
–Sophia.
Não quero deixá-la aqui.
–Não se
preocupe com isso pensei em tudo. Ela irá conosco, afinal nossa filha faz parte
de nossa historia. Tenho certeza que ela irá adorar.
–Assim
fico mais aliviada. Quando iremos?
–Amanhã á
tarde.
–Como? E
as malas, ainda não fiz nada. – Disse preocupada, com uma ruguinha se formando
em sua testa.
–Eu já
disse que pensei em tudo. Pedi que Alice fizesse. Então nada que se preocupar.
–Você
sempre pensa em tudo.
[...]
–Papai e
se o avião cair. – Perguntou uma Sophia temerosa.
–Eu já
disse que isso não irá acontecer querida, agora se acalme e feche os olhinhos.
–Posso
pedir uma coisa?
–O que
quiser.
–Canta
pra eu dormir. – Pediu com os olhinhos brilhantes.
–Vem cá
meu anjo. – Puxei para meus braços
Comecei a
cantar a musica que compus para ela quando bebê. Não demorou muito e ela
dormiu. Bella observava tudo isso ao meu lado, em silêncio. Mas quando olhei em
seus olhos, vi o amor que transbordava por nós dois.
Chegamos
há Paris algumas horas depois. Sophia continuava dormindo em meus braços.
Decidimos ficar hospedado no mesmo hotel da nossa lua-de-mel. Entramos na
suíte. E depositei Sophia na cama.
–Nem
acredito que já se passaram cinco anos que vimos aqui.
–Estou
cumprindo minha promessa. Lembra que eu disse que a traria mais uma vez para
cá. Não vi oportunidade melhor.
–Obrigado.
–Não há
de que.
[...]
Pov.
Bella
Uma
Semana Depois...
Hoje
seria nosso aniversário de casamento e o fim de nosso contrato. Cinco anos,
amando uma pessoa que julgava ser meu pior pesadelo, convivendo e vivendo
momentos especiais.
Edward
tinha saído com Sophia dizendo que queria comprar algo. Iríamos comemorar do
nosso jeito. Nada extraordinário, como festas, mas sim uma coisa simples e
romântica, como um jantar. Não precisaríamos de algo material para expressar o
que sentimos. Palavras valem mais do que coisas materiais.
Era quase
21h00min da noite quando Edward apareceu, com Sophia dormindo em seus braços.
Mandou-me esperar enquanto a colocaria na cama. Estava virada para sacada,
quando senti dois braços fortes me rodearem.
–Está
linda. – Sussurrou em meu ouvido, fazendo-me estremecer.
–Você
também. Por que demorou tanto a chegar.
–Queria
passear um pouco por Paris. Além que precisava comprar algo, e precisaria da
ajuda de Sophia para isso.
–O que é?
– Perguntei curiosa.
–Vou irá
saber. Não agora.
–Fiz um
jantar para nos dois. Vamos jantar?
–Sim.
Madame. –Puxou a cadeira para mim, como um perfeito cavalheiro.
–Obrigado
Comemos
em silêncio. Meio a brincadeiras e caricias apaixonadas. Quando terminamos
Edward me puxou para a sacada. Dando-me um beijo. Quando paramos, segurou
minhas mãos, olhando em meus olhos.
–Sabe
Bella... Nunca, desde que soube do nosso contrato. Poderia imaginar que
seriamos tão felizes. No começo tive minhas inseguranças. Como qualquer um
poderia ter. Mas com o tempo percebi que você era a mulher da minha vida, isso
soou um pouco antiquado, mais é isso que você é para mim. Tudo começou quanto
te vi pela primeira vez, naquele jantar em sua casa. Estava tão inseguro de
tudo, mais quando ouvi sua voz pela primeira vez. Senti algo estranho. Meu
coração bateu mais forte.
Flashback
On
– Esse
aqui é Edward, meu filho, e seu futuro noivo.
Nesta
mesma hora Edward pegou minha mão e tão formalmente, beijou-a. Minhas pernas na
hora ficaram bambas, eu não sabia que estava acontecendo comigo.
– Oi
Isabella, prazer em conhecê-la
– Oi
Edward, o prazer é todo meu
Flashback
Off
Sei muito
bem como ele sentia. Do mesmo jeito que eu.
–Desde o
primeiro momento era amor, só que não sabíamos. Quando eu disse sim. Sobre o
dossel de nosso casamento, não minto, mais estava selando apenas um casamento
por contrato. E quando te beijei pela primeira vez, me senti nas nuvens.
Flashback
On
– Edward
Antony Masen Cullen, aceita Isabella Marie Swan como sua legitima esposa, para
amá-la e respeitá-la, em todo o momento de sua vida?
– Sim,
aceito
–
Isabella Marie Swan, aceita Edward Antony Masen Cullen como seu legitimo
esposo, para amá-lo e respeitá-lo em todo o momento de sua vida?
–Aceito
– Eu vos
declaro marido e mulher, pode beijar a noiva
Vendo a
aflição nos olhos de Edward, assenti. Deixando-me levar por aquele beijo, que
parecia tão perfeito. Nossos lábios se moldaram perfeitamente, como um só,
deixando-me mais confusa, sobre meus sentimentos. Quando paramos, senti falta
do calor de nossos corpos próximos. E do sabor macio de seus lábios.
Fashback
Off
–Foi tão
perfeito. Senti seus lábios macios sobre o meu. Moldando-se perfeitamente,
deixando-me mais confuso. Passamos tantas coisas aqui em Paris, onde tudo
começou. Onde eu descobri que era apaixonado por você. Apesar de termos
brigado, só assim então perceber que nos amávamos. No dia em que você se tornou
mulher em meus braços.
Flashback On
– Sabe o
porquê eu fiz tudo isso. Por que eu te amo Bella. Mesmo você não acreditando em
minhas palavras. Eu digo que Te amo. Você virou minha cabeça de um jeito que
nenhuma mulher fez antes. Tudo estava em torno de você, meus pensamentos só
formulavam momentos que passamos juntos, nossas brigas, seus cuidados quando eu
estava bêbado... Sim Bella eu me lembro de tudo. Seu sorriso e sua teimosia só
me fizeram amá-la mais e perceber que no meu coração só existe uma única
mulher, que é você Isabella. Mas se você não acredita, não tem problema... Pois
vou lutar por você mesmo que isso seja impossível. E digo a você que provarei
que nunca a traí. – Quando ia saindo do quanto, Bella que em meio as minhas
palavras se manteve calada, falou.
–Espera
Edward.
–Só para
você dizer que eu estou mentindo... E que tudo que lhe disse é mentira? Não
Bella, prefiro ir. Darei a você um tempo para pensar. Quando estiver pronta,
você me procura! - Nem tinha percebido, mas estava com lágrimas nos olhos. A
dor que estava sentindo era tão grande que não tinha explicação. Abri a porta
do quarto, quando ia saindo ouvi as palavras que mais desejava escutar em toda
minha vida, sendo proferidas por Bella.
–Eu te
amo, Edward.
–O que?
–Sim foi
isso que você ouviu. Eu te amo como nunca amei nenhum homem. Pois meus
sentimentos só são direcionados a você. Fui tola para acreditar no que vi. O
ciúme me cegou, mas atire a primeira pedra quem não já errou por amor.
Principalmente quando o ciúme está incluso no meio. Desculpa por não ter
acreditado em você. Espero que possa me perdoar. - Aproximei- me de Bella, e
toquei com meus dedos em seu rosto, levantando sua cabeça que ela mantia
abaixada. Olhei nos seus olhos e senti o amor. Um sentimento tão lindo. Um
sentimento que poucos tinham a decência de possuir.
–Não
tenho nada o que perdoar... Nós dois erramos, por sermos tão tolos de não
perceber que o que nutríamos não era só amizade, pois sempre passou disso. Mas
nunca é tarde para recomeçar o que ainda não começou, não é? – Bella riu de
minha frase enrolada.
–Concordo.
Edward... Posso pedir uma coisa?
–Se
estiver em meu alcance pode.
– Só
estará em seu alcance se você aceitar, pois tenho certeza que só você pode
atender ao meu pedido.
–É tão
serio assim? - Ela não respondeu, ficou calada alguns instantes e falou a frase
que iria mudar toda a nossa vida.
–Faz amor
comigo?
Flashback
Off
–Nem
tinha ideia que nosso conto de fadas poderia ficar mais perfeito. Foi ai que me
destes mais um presente, aquele presente que faríamos mudar da cabeça aos pés,
tendo nos dois que amadurecer juntos, mas não era isso que poderia fazer amá-la
menos. Nossa filha Bella. Nosso anjinho, que desde primeiro momento que soube
de sua existência, tornou nossa vida completa. E quando a pude sentir, chutando
sobre minha mão, tive a certeza que ela seria mais uma pessoa no mundo a qual
teria meu coração, além de você.
Flashback
On
– Você
sentiu isso? – Perguntei confuso
–Sim. Ela
chutou? – Falou
–Acho que
sim. Nossa princesa está começando a dar os primeiros sinais, né linda? – Falei
beijando ternamente sua barriga.
–Merda...
Estou muito chorona – Falou limpando os olhos com as costas das mãos
–Coisas
de mãe, Anjo... Coisas de mãe.
Flashback
Off
–E agora
isso. Nossos cinco anos juntos. Que apesar dos obstáculos que tivemos que
enfrentar. Nunca deixamos a chama do nosso amor se acabar. Ao seu lado tudo
sempre será melhor. Pois você sempre será a dona dos meus pensamentos, da minha
vida, do meu coração. Por isso te peço. – Edward se ajoelhou em minha frente,
abrindo um caixinha de veludo, onde tinha um anel cravejado de diamantes. -
Isabella Cullen você daria a extraordinária honra de se casar comigo novamente,
essa vez sem contrato ou duvidas. Mais sim com a certeza de que sempre eu te
amarei. Aceita? – Perguntou olhando para mim com os olhos transbordantes de amor.
–Sim.
Aceito. – Disse chorando. Edward botou o anel em meu dedo direito, beijando
minhas mãos em seguida. Levantou-se, e nos beijando apaixonadamente. Quando nos
separamos falei. – Sinto-me até mal de não ter comprado nada para você. –
Escondi meu rosto em seu peito,
–Bella
não será algum bem material que me irá fazer gostar menos de você. Pois você me
deu duas coisas mais preciosas que possuo que dinheiro nenhum pode comprar.
Sabe o que? – Neguei com a cabeça. – Nossa filha e seu coração. . Eu te amarei
mesmo quando meu coração parar de bater. Já que nenhum espaço no mundo será o
suficiente com você. Pois sempre pertenceremos um ao outro. Como um só. Eu te
amo
–Eu
sempre te amarei.
Fim!
OOwnnn.... o amor é eterno quando sentido mutuamente <3 Espero que vocês tenham gostado tanto quanto eu dessa fic apaixonante. Mais uma vez obrigada a autora por me permitir postar essa fic maravilhosa aqui no blog. Semana que vem começa um nova fic pra vocês!












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Equipe Cullen Family Brasil.