2 de fevereiro de 2013

Fanfic O Pianista por Paula Halle - Capitulo 48


Boa noite de novo pessoal!
A gravidez tem as partes boas e as partes ruins.. como os desejos... coitado do Edward!rs
Boa leitura!

AVISO: o capitulo a seguir contém lemons, se continuar lendo tenha conciência disso.


Capitulo 48: Desejos de grávida

 

{Pov. Edward}

– Arroz doce com berinjela. – fiz uma careta e Bella me deu um sorriso inocente.

– Amor tem certeza?

– Sim. Dá até água na boca só de imaginar. – suspirei me levantando e vestindo uma calça e passei a mão pelo cabelo.

Onde ia arrumar arroz doce com berinjela?

– Amanhã nós compramos isso. – falei na esperança, pois já era tarde e seria difícil arrumar isso.

– Não Edward. Tem que ser agora.

– Por quê?

– Você nunca ouviu que se não satisfazer o desejo de mulher grávida o bebê pode nascer com cara da comida. Não quero meu bebê com cara de arroz doce. – a olhei meio em choque.

– Amor. Acho que isso é impossível.

– Tá bem. Mas e com cara de berinjela em? – rolei os olhos e sorri.

– Bella, como quer a berinjela? – ela mordeu o lábio pensativa.

– Hummm. Cozida. – senti anciã, mas sorri e fui atrás da maldita comida.

Peguei o carro de Bella, pois o meu ainda ia chegar de Londres e sai à procura de um restaurante. Achei um onde tinha berinjela cozida e comprei para viagem. Mas nada do arroz doce.

Eu podia pedir para Esme. Mas estava tarde. Já ia dar onze da noite. Achei uma confeitaria depois de meia hora que tinha arroz doce.

Comprei e dirigi rápido para casa. Assim que cheguei joguei a chave no balcão da cozinha e levei para o quarto a refeição estranha de Bella.

– Amor? – chamei ao ver o quarto escuro e ela estava dormindo.

Coloquei as coisas que estavam em uma bandeja no chão e subi na cama. Afastei seus cabelos dando um beijo em seu pescoço. Ela estava linda usando uma camisa minha e sorri.

– Amor. – beijei seu rosto e ela sorriu de olhos fechados.

– Você demorou.

– Bem, não foi fácil. Mas eu achei.

– Oh. – ela abriu os olhos animados e sorri beijando sua boca e entreguei a bandeja para ela.

Bella misturou a berinjela com o arroz doce e fazia caras e bocas enquanto comia com apetite. Sorri vendo sua animação.

– Está bom amor?

– Delicioso. – falou com um sorrisão e quando terminou colocou a bandeja afastada e me abraçou. – Você é o melhor marido do mundo. – sorri e beijei sua testa.

– Que bom que pensa assim. Pois vou cobrar pelo trabalho que foi arrumar isso tudo. – ela sorriu corada e subiu em cima de mim, me abraçando pelo pescoço.

– Desculpe amor. Mas a culpa é da nossa Lizzie. – eu sorri passeando as mãos pela sua coxa, e subindo um pouco para sua cintura e entrando pela camisa que ela vestia, ela suspirou quando suas mãos chegaram aos seus seios...

– OMG... – ela fez uma careta e pulou do meu colo correndo para o banheiro a segui e segurei seu cabelo quando ela começou a vomitar na privada.

Ficamos em silencio enquanto ela despejava o seu jantar e passei os dedos em suas costas. Quando ela se sentiu melhor deu descarga e foi escovar os dentes.

– Tudo bem amor? – para minha surpresa ela estava brava.

– Não acredito que me deixou comer aquilo.

– O que?

– Só de lembrar-me da anciã.

– Bella.

– O que?

– Você... Você... – eu nem conseguia falar. Respirei fundo e contei até dez. – Desculpa amor. Venha vamos deitar. – ela assentiu sorrindo docemente e voltei a respirar fundo.

Voltamos para a cama, e eu já me sentia animado para voltarmos ao que fazíamos antes. Mas Bella me desejou boa noite e virou para o lado.

A olhei sentindo meu corpo tremer e voltei a respirar fundo. Ela é o amor da sua vida. E esta esperando seu bebê. Controle-se. Repeti para mim mesmo e soquei o travesseiro e me deitei.

Depois de uma hora deitado ainda me sentia duro e resmunguei me levantando. Bella resmungou em seu sonho, mas nem me notou.

Praguejei baixinho e fui para baixo. Entrei na sala do piano e fiquei tocando. Só dedilhando.

Assim que Lizzie nascesse iríamos viajar. Bella estava no ultimo ano mesmo. Teria que voltar a tocar. Tinha tantas coisas em mente, mas no momento eu só queria que minha mulher não tivesse me ignorado.

Ainda sem sono fiquei tocando e quando nem isso me acalmou fui até a poltrona que tinha ali. Não antes pegar uma dose de uísque e tomar de um gole.

Fechei os olhos por um momento, sentindo o sono vir e o recebi de bom grado. Senti mãos quentes passeando por meu peito e abri os olhos vendo minha menina inclinada em minha direção.

– Tudo bem?

– Claro amor. – sorri para ela que sorriu e sentou em meu colo.

– Por que esta aqui?

– Não consegui dormir. – ela mordeu o lábio e se aproximou de mim e deu um beijo em meu pescoço.

– Quer que eu te ajude? – arquei uma sobrancelha, e ela sorriu travessa.

– Por favor. – pedi sorrindo alegremente e ela riu baixinho e colocou uma perna de cada lado do meu quadril e retirou minha camisa.

Gemi ao vê-la nua sentada em cima de mim. E passei as mãos por seu corpo quente e macio. Ela suspirou de olhos fechados e passei as mãos em seus seios macios, belisquei os mamilos e desci a boca, para lamber seu mamilo duro.

– Edward. – ela gemeu agarrando meu cabelo e sorri contra seu peito. Apertei os seios juntos e os suguei ao mesmo tempo.

O corpo dela arqueou contra o meu e gemi sentindo seu centro molhado contra meu estomago e me ergui um pouco descendo as calças. Meu pau roçou em sua intimidade úmida e ambos gememos de antecipação.

Acariciei seu ponto sensível, recendo doces gemidos contra a minha boca. Sem me conter mais a encaixei em mim. Deslizando para dentro dela. Seu centro quente acomodou meu pau e gemi rouco.

– Eu te amo minha menina. – sussurrei em seu ouvido e ela sorriu ofegante e voltou a me beijar faminta enquanto suas pequenas mãos arranhavam minhas costas.

Agarrei sua bunda e a movi sobre mim. Sem pressa, sentindo seu núcleo mastigar meu pau e aumentei a velocidade, recebendo gritos de prazer que os abafava com beijos.

Explodimos juntos e nos abraçamos ofegantes. Ela sorriu e deitou a cabeça em meu ombro. Afaguei suas costas nuas e sai de dentro dela e levantei. Ela havia dormido e fui para o quarto.

Deitei na cama ainda abraçado a ela e adormeci rapidamente. Senti beijos em meu peito e garganta e sorri de olhos fechados.

– Bom dia linda. – murmurei e ela riu.

– Bom dia. Dormiu bem.

– Graças a você. Maravilhosamente bem. – ela riu de novo. Mas ficou em silencio e a abri os olhos confusos. – O que foi Bella? – ela mordia o lábio e suspirei.

– Ta com vontade de que? – ela corou mais sorriu e a puxei para meus braços. – Vamos diga?

– Melancia. – sorri.

– Eu vou comprar.

– Não está bravo? – rolei os olhos.

– Amor. É meu dever como marido realizar todos os seus desejos. – ela riu e deitou a cabeça em meu peito.

– Odeio estar grávida. – eu ri e beijei seus cabelos.

– Já vai passar. São só mais 8 meses. – ela soltou um muxoxo e ri.

– Mas eu fico descontrolada. E vomitando, e essas vontades e ontem eu te ataquei.

– Eu gostei dessa parte. – ela levantou o rosto vermelho e me deu um tapa.

– E estou falando de quando eu briguei com você. Não estou mais racional.

– Você esta grávida amor. Eu não me importo. Pode me atacar quando quiser. Tanto do jeito ruim quanto do bom. – pisquei e ela sorriu.

– Já disse que você é o melhor marido do mundo? – eu sorri e puxei seu rosto para um beijo.

– Já disse. Mas pode repetir. – ela riu. – Me deixa ir comprar a melancia, não quero nosso bebê com cara de melancia. – ela sorriu mas não saiu de cima de mim.

– Na verdade estou com outro desejo. – suspirei.

– Diga o que é. Moverei seus e terras para trazer o que minha garota quer.

– Não é tão trabalhoso assim.

– Mesmo? – ela assentiu e um doce rubor cobriu suas bochechas e ela tocou os lábios nos meus e sua pequena mão envolveu meu pau.

– Estou com desejo de Edward. – eu ri e gemi quando ela moveu a mão sobre meu cumprimento e minhas mãos já a tocavam a deixando quente.

Não demorou muito para eu estar dentro dela e ela montando meu pau. Gemi vendo seus seios balançar enquanto eu estocava com força em suas dobras. Levei as mãos aos seios e os apertei.

– Bella. Seus seios estão maiores? – belisquei os mamilos e notando que minhas mãos não os cobriam mais.

– Oh sim... – ela gemeu e desci uma mão em seu ponto e pressionei o clitóris. Ela ofegou e com as mãos em meu peito veio mais rápido.

– Hummm, eu gosto deles assim. – ela riu de olhos fechados e desci a outra mão agarrando sua bunda e a fazendo subir e descer sobre meu pau até sentir seu centro morder meu membro e gememos juntos quando o ápice nos alcançou.

Caímos ofegantes na cama. E beijei sua testa suada. Ela me abraçou apertado e sorri passeando as mãos por suas costas. Ouvi sua barriga roncando e ri e ganhei um beliscão no quadril.

– Adoro mulher violenta.

– Edward!

– Desculpa amor. Deixa-me ir logo, antes que nossa menininha nasça com cara de melancia.

O resto do mês passou igual.

Bella brava comigo.

Bella me agarrado no meio da noite, no piano, no banho.

Bella com desejos absurdos.

Bella me xingando por deixá-la comer as coisas nojentas que ela pedia.

Bella chorando por que brigou comigo.

Bella me agarrando de novo.

Tinha certas vantagens, no final da contas. Adorava quando ela me atacava em qualquer parte da casa.

Os pais de Bella e meus tios foram espertos, e se manterão longe. Só Alice sofria, mais como ela estudava com Bella, não podia escapar dos seus surtos de grávida.

Mas nem tudo era alegria e agora íamos ao medico galinha de novo. Já estava no dia da segunda consulta de Bella e ela estava ansiosa para fazer a primeira ultra-sonografia. Confesso que estava tão animado quanto ela. Doido para ver o nosso bebê.

Assim que chegamos à mulher loira mal olhou em meus olhos e só falou com Bella. Bella estranhou a atitude, mas parecia muito contente na verdade. Ri da minha menina ciumenta e fomos para a sala do doutor.

– Bom dia. Como estão?

– Bem doutor.

– Muito bem. – falei serio. Ele sorriu, e bufei. Tá sorrindo por quê?

– Vamos ver seu bebê Isabella. – Bella fez uma careta, mas não falou nada.

– Claro. Já da para ver?

– Sim.

Ele levou Bella até uma cadeira reclinada e ela deitou e ele pediu para ela levantar a blusa. Fiquei ao lado dela imediatamente e o doutor voltou a rir. O ignorei ajudando Bella.

Ele passou um gel na barriga de Bella que tremeu e ligou o monitor que tinha ao lado da mesa e pegou um objeto que era ligado por um fio ao monitor e passou pela barriga de Bella.

Um som alto ecoou por toda a sala e sorri segurando a mão de Bella, que estava com os olhos úmidos. Beijei sua mão, mas notei que o coração aprecia fazer ecoo.

– Estranho? – falou o doutor e o olhei preocupado.

– O que?

– Está tudo bem? – falou Bella aflita e ele assentiu.

– Calma. Não é nada grave. – ele moveu mais o aparelho na barriga de Bella e sorriu olhando para nos.

– Parece que vão ter gêmeos.

Own.... GÊMEOS *-* Será? Imaginem uma garotinha como a Bella e um garotinho como o Edward *-* Own.... Sabado que vem tem mais capitulos pra vocês!

1 Comentários:

Val RIBEIRO disse...

meu DEUS gêmeos? por essa eu não esperava mas
mas os ormônios de gravida e assim mesmo....no fim vale a pena.....

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