Vamos acompanhando a gravidez da nossa Bella, já está no 5º mês!
Boa leitura!
AVISO: o capitulo a seguir contém lemons, se continuar lendo tenha conciência disso.
Capitulo 52: 5º Mês
O 5º mês foi uma loucura.
Compras e mais compras e lógico que Alice estava envolvida. Me arrastava de lojas em lojas. Comprávamos tudo rosa e azul. Eu sabia que Alice era uma compradora compulsiva, mas esqueci que era tanto.
Daqui a pouco nem teria lugar para guardar tanta roupa. Mas ela não se importa. Acabava comprando mais, sempre que eu reclamava.
Edward estava pior. Depois que o medico disse que eu podia ter os bebês no sétimo mês, ele estava muito mais protetor. Eu estava fazendo compras escondida dele.
Ele já havia ligado 10 vezes para o celular. E uma hora preocupado, outra brigando comigo por ter saído sem ele. Até parecia que ele era a grávida.
Quando finalmente saímos do shopping Alice me levou direto para casa. Edward acabara de ligar e dessa vez para Alice e ela suspirando resolveu me trazer para casa.
– Seu marido é insuportável. – ela bufou pela milésima vez e ri.
– Ele só está preocupado Alice.
– Mas não deixar você fazer compras?
– Ele só não quer que eu me canse. – falei me ajeitando melhor no banco e passeando as mãos pela minha barriga já volumosa.
– Eu sei, eu sei. Mas umas comprinhas não farão mal nenhum. – rolei os olhos e Alice parou em frente minha casa, mal o carro tinha parado a porta se abriu e um Edward muito serio me olhava.
– Isabella.
– Oi amor. – dei um sorrisão e ele me ajudou a sair do carro e ficou de joelhos em frente minha barriga.
– Oi meus amores. Essas duas loucas deixaram vocês cansados. – ele beijou minha barriga e ri.
– Louca é a...
– Alice, não fala palavrão na frente dos meus filhos. – falou Edward indignado e suspirei encostando no carro.
– Mas eles não ouvem nada.
– Claro que ouvem. Comprei um livro semana passada que diz que os bebês ouvem tudo. – Alice olhou para ele com uma sobrancelha arqueada e um sorrisinho.
– Então vocês não fazem mais S E X O? – Edward arregalou os olhos.
– Claro que fazemos.
– Mas seus filhos vão ouvir os gemidos? – Edward corou e Alice e eu gargalhamos.
– Bella? – ele me olhou apavorado e desencostei do carro e segurei o rosto de Edward.
– Não preocupe sua linda cabecinha amor. Sexo faz bem, e me deixa feliz. – ele suspirou aliviado e ri. – Agora me ajude a entrar que estou exausta.
Ele se apressou a me ajudar e pegou as sacolas que Alice e eu trouxemos. Nos despedimos dela e fomos para dentro de casa.
Edward levou as coisas para o quarto e fui tomar um banho, vesti uma camisola sexy para grávidas e suspirei olhando meu tamanho. Sorte que Edward era tarado, por que com essa barriguinha não atraio ninguém. Resmunguei para o espelho e sai do banheiro e vi Edward sentado na cama lendo outro livro sobre bebês.
Edward tinha uma coleção imensa de livros sobre bebês, pais de primeira viagem, e coisas do tipo. Eu tentava ler, mas ele sempre acabava me contado tudo mesmo. Eu desisti depois do segundo livro. Era lindo vê-lo todo preocupado com nossos filhos. Pigarreei para chamar sua atenção e ele levantou os olhos.
– Que foi amor quer ajuda? – sorri sensualmente e fiz uma pose meio sexy, eu esperava que fosse sexy.
– Eu quero você amor. – pisquei para ele que olhou para a minha camisola e sorriu.
– Serio?
– O que? – já perguntei em pânico. – Eu to feia? To muito gorda né? – eu já estava a beira das lagrimas quando Edward levantou correndo quase caindo da cama e me abraçou.
– Não amor você está linda. Eu só perguntei por que ultimamente, você parece tão cansada...
– Eu sou uma péssima esposa. – já chorava e o ouvi suspirar e segurar meu rosto e beijou minhas lagrimas.
– Você é uma esposa maravilhosa. Linda e sexy, gostosa... – ele falava enquanto distribuía beijos por meu pescoço e atrás da orelha, lambendo e mordiscando o lóbulo.
– Hummm... – gemi o abraçando pelos ombros e senti as mãos dele em minha bunda e suspirei.
– Muito, muito gostosa. – ele apertou minha bunda sensualmente e suspirei sentindo ele excitado, seu membro roçando contra minha barriga.
Sua boca veio até a minha e nos beijamos com paixão, ele caminhava até a cama e nos sentamos ainda nos beijando, as mãos de Edward abaixaram as alças da minha camisola e gemi sentindo meus seios agora livres roçarem contra seu peito.
Ele começou a afastar a camisa dele e gememos na boca um do outro quando nossas peles nuas se tocaram. As mãos dele subiram para meus seios e ele os envolveu com as mãos aberta, de repente ele parou e encarou meus seios.
– Que foi?
– Seus seios? – ele sorria brincando com meus mamilos e gemi.
– Edward...
– Estão maiores. – falou divertido e corei, ele riu e começou a distribuir beijos por meu pescoço e sua boca descia por minha pele, lambeu meus seios, e terminou de tirar minha camisola e calcinha.
Ficou de pé e começou a se livrar de suas roupas e fui mais para atrás me deitando no centro da cama. Ofeguei ao ver Edward nu, ele sempre tão bonito, me deixando sem fôlego. Ele sorriu e subiu na cama e veio para cima de mim me beijando.
Suas mãos correndo por meu corpo me excitando, me fazendo tremer e ofegar, ele deitou atrás de mim e ficamos de conchinha, ele agarrou minha perna e seu membro, roçou minha entrada, úmida e quente.
– Edward... – gemi e senti ele deslizando em meu núcleo, ofeguei quando ele levantou uma perna minha e deslizou mais profundamente, seu membro latejantes invadindo minhas dobras, ele beijou meu ombro enquanto começava os movimentos de vai e vem, entrando e saindo, com força e rapidez.
Nos dois estávamos excitados e ansiosos pelo ápice e nos movíamos com paixão e rapidez. O membro de Edward pulsava, e minha intimidade ordenhava o pau de Edward que afundou o rosto em meu pescoço, murmurando meu nome entre gemidos.
Cada vez mais próxima do meu orgasmo, senti uma mão de Edward em meus seios me provocando e a outra foi até meu clitóris, onde ele pressionou os dedos, fazendo meu mundo explodir e meu orgasmo vir intenso, ele deu mais algumas estocadas e me acompanhou gemendo contra minha pele.
Caímos na cama ofegantes e exaustos, ele saiu de dentro de mim, mais continuamos abraçados de conchinha e adormecemos logo em seguida.
[...]
Tive mais uma ida ao medico e estava tudo bem. A escola estava na mesma. Eu ainda perdia algumas aulas, mas estava conseguindo acompanhar e as provas finais esperava seria só depois da minha gravidez.
Edward continuava beirando entre o super protetor, papai babão, e marido atencioso. E eu estava cada vez mais apaixonada por ele.
O quinto mês estava quase no fim e eu já me sentia um pouco melhor. Enjoos se foram, e a sonolência já não era tanta. O maior inconveniente era o peso. Eu me sentia uma baleia.
Edward dizia que eu estava linda. Mas a opinião dele não conta. A opinião de ninguém contava, para todos eu estava linda.
Sentei no sofá de casa e olhei a caixa estranha que Leh colocou em minhas mãos, a revirei tentando descobrir o que era. Ela riu do meu desespero.
– É um porta fraldas Bella.
– Oh. É lindo. – era uma caixa de madeira decorada em tons rosa e branco e tinha uma abertura em cima, por onde colocava as fraldas e uma saída embaixo.
Era meu chá de bebê e minha mãe, tia Esme, Alice e algumas amigas se reuniram para me trazer presentes.
Ganhei algumas mamadeiras e bombas de leite, assim como coisas delicadas como meias de tricô e mantas. Tudo lindo e em tons azul e rosa.
– Vocês já escolheram os nomes Bella? – perguntou Esme e sorri.
– Sim.
– E quais são? Uh já sei, menina será Alice. – não preciso nem dizer quem deu a ideia né.
– E menino Jacob. Existe nome mais lindo. – suspirou Leh e eu e Alice rimos.
– Meninas deixem a Bella contar. – eu ri.
– Sim. Eu e Edward já escolhemos sim. O da menina foi fácil, mas o de menino fiquei tão indecisa.
– E quais os nomes. – perguntou minha mãe.
– Espero que não seja Edward.
– Que mal tem Edward?
– Sem originalidade Bella. – rolei os olhos e me ajeitei melhor no sofá.
– Não é Edward, Alice. – ela sorriu satisfeita.
– Por favor, Bella. Fale logo. – Esme estava impaciente e quando Alice abriu aboca, Esme a tampou esperando que eu dissesse logo os nomes.
– A menina será Elizabeth, como a mãe de Edward. – Esme ficou com os olhos marejados.
– Que homenagem linda Bella. – eu sorri e segurei a mão dela.
– Que bom que gostou tia.
– E o menino.
– Robert.
– Gostei.
– Sim muito bonito. – todas concordaram e sorri acariciando meu ventre.
– Robert e Elizabeth Masen.
Sim era o nome perfeito para os meus bebês. E tanto eu como Edward estávamos ansiosos para o nascimento chegar logo e podermos abraçar o fruto do nosso amor.
O 5º mês foi uma loucura.
Compras e mais compras e lógico que Alice estava envolvida. Me arrastava de lojas em lojas. Comprávamos tudo rosa e azul. Eu sabia que Alice era uma compradora compulsiva, mas esqueci que era tanto.
Daqui a pouco nem teria lugar para guardar tanta roupa. Mas ela não se importa. Acabava comprando mais, sempre que eu reclamava.
Edward estava pior. Depois que o medico disse que eu podia ter os bebês no sétimo mês, ele estava muito mais protetor. Eu estava fazendo compras escondida dele.
Ele já havia ligado 10 vezes para o celular. E uma hora preocupado, outra brigando comigo por ter saído sem ele. Até parecia que ele era a grávida.
Quando finalmente saímos do shopping Alice me levou direto para casa. Edward acabara de ligar e dessa vez para Alice e ela suspirando resolveu me trazer para casa.
– Seu marido é insuportável. – ela bufou pela milésima vez e ri.
– Ele só está preocupado Alice.
– Mas não deixar você fazer compras?
– Ele só não quer que eu me canse. – falei me ajeitando melhor no banco e passeando as mãos pela minha barriga já volumosa.
– Eu sei, eu sei. Mas umas comprinhas não farão mal nenhum. – rolei os olhos e Alice parou em frente minha casa, mal o carro tinha parado a porta se abriu e um Edward muito serio me olhava.
– Isabella.
– Oi amor. – dei um sorrisão e ele me ajudou a sair do carro e ficou de joelhos em frente minha barriga.
– Oi meus amores. Essas duas loucas deixaram vocês cansados. – ele beijou minha barriga e ri.
– Louca é a...
– Alice, não fala palavrão na frente dos meus filhos. – falou Edward indignado e suspirei encostando no carro.
– Mas eles não ouvem nada.
– Claro que ouvem. Comprei um livro semana passada que diz que os bebês ouvem tudo. – Alice olhou para ele com uma sobrancelha arqueada e um sorrisinho.
– Então vocês não fazem mais S E X O? – Edward arregalou os olhos.
– Claro que fazemos.
– Mas seus filhos vão ouvir os gemidos? – Edward corou e Alice e eu gargalhamos.
– Bella? – ele me olhou apavorado e desencostei do carro e segurei o rosto de Edward.
– Não preocupe sua linda cabecinha amor. Sexo faz bem, e me deixa feliz. – ele suspirou aliviado e ri. – Agora me ajude a entrar que estou exausta.
Ele se apressou a me ajudar e pegou as sacolas que Alice e eu trouxemos. Nos despedimos dela e fomos para dentro de casa.
Edward levou as coisas para o quarto e fui tomar um banho, vesti uma camisola sexy para grávidas e suspirei olhando meu tamanho. Sorte que Edward era tarado, por que com essa barriguinha não atraio ninguém. Resmunguei para o espelho e sai do banheiro e vi Edward sentado na cama lendo outro livro sobre bebês.
Edward tinha uma coleção imensa de livros sobre bebês, pais de primeira viagem, e coisas do tipo. Eu tentava ler, mas ele sempre acabava me contado tudo mesmo. Eu desisti depois do segundo livro. Era lindo vê-lo todo preocupado com nossos filhos. Pigarreei para chamar sua atenção e ele levantou os olhos.
– Que foi amor quer ajuda? – sorri sensualmente e fiz uma pose meio sexy, eu esperava que fosse sexy.
– Eu quero você amor. – pisquei para ele que olhou para a minha camisola e sorriu.
– Serio?
– O que? – já perguntei em pânico. – Eu to feia? To muito gorda né? – eu já estava a beira das lagrimas quando Edward levantou correndo quase caindo da cama e me abraçou.
– Não amor você está linda. Eu só perguntei por que ultimamente, você parece tão cansada...
– Eu sou uma péssima esposa. – já chorava e o ouvi suspirar e segurar meu rosto e beijou minhas lagrimas.
– Você é uma esposa maravilhosa. Linda e sexy, gostosa... – ele falava enquanto distribuía beijos por meu pescoço e atrás da orelha, lambendo e mordiscando o lóbulo.
– Hummm... – gemi o abraçando pelos ombros e senti as mãos dele em minha bunda e suspirei.
– Muito, muito gostosa. – ele apertou minha bunda sensualmente e suspirei sentindo ele excitado, seu membro roçando contra minha barriga.
Sua boca veio até a minha e nos beijamos com paixão, ele caminhava até a cama e nos sentamos ainda nos beijando, as mãos de Edward abaixaram as alças da minha camisola e gemi sentindo meus seios agora livres roçarem contra seu peito.
Ele começou a afastar a camisa dele e gememos na boca um do outro quando nossas peles nuas se tocaram. As mãos dele subiram para meus seios e ele os envolveu com as mãos aberta, de repente ele parou e encarou meus seios.
– Que foi?
– Seus seios? – ele sorria brincando com meus mamilos e gemi.
– Edward...
– Estão maiores. – falou divertido e corei, ele riu e começou a distribuir beijos por meu pescoço e sua boca descia por minha pele, lambeu meus seios, e terminou de tirar minha camisola e calcinha.
Ficou de pé e começou a se livrar de suas roupas e fui mais para atrás me deitando no centro da cama. Ofeguei ao ver Edward nu, ele sempre tão bonito, me deixando sem fôlego. Ele sorriu e subiu na cama e veio para cima de mim me beijando.
Suas mãos correndo por meu corpo me excitando, me fazendo tremer e ofegar, ele deitou atrás de mim e ficamos de conchinha, ele agarrou minha perna e seu membro, roçou minha entrada, úmida e quente.
– Edward... – gemi e senti ele deslizando em meu núcleo, ofeguei quando ele levantou uma perna minha e deslizou mais profundamente, seu membro latejantes invadindo minhas dobras, ele beijou meu ombro enquanto começava os movimentos de vai e vem, entrando e saindo, com força e rapidez.
Nos dois estávamos excitados e ansiosos pelo ápice e nos movíamos com paixão e rapidez. O membro de Edward pulsava, e minha intimidade ordenhava o pau de Edward que afundou o rosto em meu pescoço, murmurando meu nome entre gemidos.
Cada vez mais próxima do meu orgasmo, senti uma mão de Edward em meus seios me provocando e a outra foi até meu clitóris, onde ele pressionou os dedos, fazendo meu mundo explodir e meu orgasmo vir intenso, ele deu mais algumas estocadas e me acompanhou gemendo contra minha pele.
Caímos na cama ofegantes e exaustos, ele saiu de dentro de mim, mais continuamos abraçados de conchinha e adormecemos logo em seguida.
[...]
Tive mais uma ida ao medico e estava tudo bem. A escola estava na mesma. Eu ainda perdia algumas aulas, mas estava conseguindo acompanhar e as provas finais esperava seria só depois da minha gravidez.
Edward continuava beirando entre o super protetor, papai babão, e marido atencioso. E eu estava cada vez mais apaixonada por ele.
O quinto mês estava quase no fim e eu já me sentia um pouco melhor. Enjoos se foram, e a sonolência já não era tanta. O maior inconveniente era o peso. Eu me sentia uma baleia.
Edward dizia que eu estava linda. Mas a opinião dele não conta. A opinião de ninguém contava, para todos eu estava linda.
Sentei no sofá de casa e olhei a caixa estranha que Leh colocou em minhas mãos, a revirei tentando descobrir o que era. Ela riu do meu desespero.
– É um porta fraldas Bella.
– Oh. É lindo. – era uma caixa de madeira decorada em tons rosa e branco e tinha uma abertura em cima, por onde colocava as fraldas e uma saída embaixo.
Era meu chá de bebê e minha mãe, tia Esme, Alice e algumas amigas se reuniram para me trazer presentes.
Ganhei algumas mamadeiras e bombas de leite, assim como coisas delicadas como meias de tricô e mantas. Tudo lindo e em tons azul e rosa.
– Vocês já escolheram os nomes Bella? – perguntou Esme e sorri.
– Sim.
– E quais são? Uh já sei, menina será Alice. – não preciso nem dizer quem deu a ideia né.
– E menino Jacob. Existe nome mais lindo. – suspirou Leh e eu e Alice rimos.
– Meninas deixem a Bella contar. – eu ri.
– Sim. Eu e Edward já escolhemos sim. O da menina foi fácil, mas o de menino fiquei tão indecisa.
– E quais os nomes. – perguntou minha mãe.
– Espero que não seja Edward.
– Que mal tem Edward?
– Sem originalidade Bella. – rolei os olhos e me ajeitei melhor no sofá.
– Não é Edward, Alice. – ela sorriu satisfeita.
– Por favor, Bella. Fale logo. – Esme estava impaciente e quando Alice abriu aboca, Esme a tampou esperando que eu dissesse logo os nomes.
– A menina será Elizabeth, como a mãe de Edward. – Esme ficou com os olhos marejados.
– Que homenagem linda Bella. – eu sorri e segurei a mão dela.
– Que bom que gostou tia.
– E o menino.
– Robert.
– Gostei.
– Sim muito bonito. – todas concordaram e sorri acariciando meu ventre.
– Robert e Elizabeth Masen.
Sim era o nome perfeito para os meus bebês. E tanto eu como Edward estávamos ansiosos para o nascimento chegar logo e podermos abraçar o fruto do nosso amor.
Own.... os nome são lindo mesmo! Sabado que vem tem mais capitulos pra vocês!












1 Comentários:
Robert e Elizabeth, perfeitos vai ser complicado ele voltar a fazer as viagens e ela a faculdade
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