As vezes tem coisas que não podemos adiar mas não quer dizer que estejamos longe
pois o que conta como distância é o nosso coração!
Boa leitura!
Capitulo 54: 7º Mês
Passei a mão na minha barriga e dei um longo suspiro, meu pai correu imediatamente para meu lado e rolei os olhos.
– Não foi nada pai.
– Oh, tudo bem. – ele se sentou em sua poltrona e folhei uma revista, estava entediada, a viagem de Edward estava muito longa e isso estava me deixado deprimida. Já fazia duas semanas que ele estava longe.
As noites estavam um tormento, sem Edward para me abraçar, sem contar que eu praticamente dormia sentada, a barriga estava grande incomoda demais. Me movi desconfortável e meu pai se preparou para levantar e ameacei levantando a mão. Ele sorriu amarelo e voltou a se sentar.
Cansada de ficar na sala com meu pai de vigia me levantei e disse que ia deitar. Ele me olhou sorrindo.
– Mas está cedo querida.
– Estou cansada pai. E minhas pernas doem um pouco. – ele assentiu e voltou a atenção a seu jornal.
Fui para cima e entrei em meu antigo quarto, sorri lembrando de como era antes de Edward. Eu era realmente uma garota inocente e boba, e agora era uma mulher casada e grávida de gêmeos. Quem poderia imaginar.
Deitei em minha cama e me senti desconfortável e sentei, estiquei as pernas e peguei um livro que tinha na mesinha ao lado da cama. Folhei algumas paginas tentando me encontrar quando ouvi meu celular, abri a tela e sorri ao ver “Meu Edward” piscando.
– Aloooou. – atendi animada e ouvi sua risada gostosa.
– Ah como adoro quando me atende assim. – eu sorri mais.
– Ao que devo sua ligação?
– Nada de importante. Estou com saudades. – eu sorri.
– Também Edward. Quando volta.
– Amanhã.
– Mesmo?
– Sim, não aguento mais ficar longe.
– Bom. E conseguiu resolver tudo?
– Sim. Já resolvi com Emmett e os outros agentes que manterei residência aonde você decidir estudar. Mas irei fazer concertos, com tanto que fique no máximo três dias fora.
– Bom.
– Aluguei a casa de Londres. Eu ia vender, mas vamos deixá-la para nossos filhos.
– UAU, você é um pai bem legal hein. – ele riu.
– Então o que está fazendo?
– Nada, só deitada.
– Hummm? Deitada?
– Sim. – falei confusa.
– E o que está usando?
– Edward!
– O que? Só estou curioso. – eu ri.
– Você é terrível. – ele riu.
– Eu sei que você gosta.
– Estou com saudades.
– Eu também minha menina. Mas assim que eu voltar, vou te abraçar e não soltar nunca mais.
– Bom mesmo. Espero que não esteja se reencontrando com antigas namoradas.
– Bella eu nunca tive namoradas.
– Não?
– Não amor, eu tinha amantes.
– Edward! – ele riu.
– Mas a única mulher que eu amei foi você, e que sempre vou amar. – sorri.
– Ok.
– Agora vou desligar para você descansar.
– Ok. Beijos amor, te amo muito, e volta logo.
– Vou voltar o mais rápido possível. Te amo minha menina.
– TE amo meu pianista gostoso. – ele riu alto.
– Ah lembro quando você era inocente.
– Sente falta?
– Que nada. Adoro quando você fica safada.
– Edward! – ele riu alto.
– Durma bem Bella, e descanse.
– Ok. Te amo.
– Também te amo. – já ia desligar quando Edward gritou. – coloca o telefone na barriga. – eu ri e obedeci ouvindo sua voz alta.
– Papai ama vocês e está com saudades. Lizzie se comporte hein. Robert seja bonzinho, enquanto eu estou fora você é o homem da família. – minha barriga tremeu e eu ri. – O que foi? – ouvi sua voz alarmada e voltei com o telefone para meu ouvido.
– Eles chutaram. Sabia que quase não chutam quando você está longe.
– Você sabe o que isso significa né?
– O que?
– Que eles gostam mais de mim.
– Edward!
Ainda ficamos falando mais um pouco e desliguei com um aperto no coração. Sentia saudades do meu Edward. Deitei o mais confortável que essa barriga permitia e adormeci.
[...]
– Alice, eu preciso sentar. – resmunguei sentando em uma cadeira quando passamos em uma lanchonete. Assim que amanhecera, Alice me arrastara para o shopping, dizendo que não podia ficar o dia inteiro em casa, só por que Edward viajou. Mesmo que ele voltasse hoje, eu tinha que me mexer.
– Mas Bella, a gente ainda tem que comprar fraldas.
– Diga isso para meus pés. – apontei para meus pés inchados e ela riu.
– Desculpe amiga. Mas estou ansiosa aqui. Os bebês podem chegar a qualquer momento. – eu ri e tirei minhas sandálias.
– Ainda bem que está empolgada, você será uma ótima madrinha. – os olhos de Alice se arregalaram e ela ficou muda.
– Alice?
– Alice?
OMG! Quebrei ela.
Me levantei com dificuldade e fui até ela e a balancei pelos ombros. Ela piscou e me olhou, com um sorriso estranho.
– Você está bem?
– Bem, bem, você sabe o que acabou de dizer?
– Que você será uma ótima madrinha.
– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAh.
– Alice?
– Isabella Marie Masen. Como você me fala que eu sou madrinha a poucas semanas dos meus afilhados nascerem. OMG, eu tenho que comprar sapatos e roupas, e brinquedos, OMG, é tanta coisa... – dei um chacoalhão em Alice que parou de falar e me olhou.
– Calma. Respira fundo. – ela obedeceu. – Melhor? – ela assentiu.
– E preciso comprar alguma coisa especial, sabe para sempre se lembrarem da madrinha Alice, serio isso soou tão perfeito, madrinha Alice, a minha cara você não acha...
Alice continuou falando e ri, já ia voltar para minha cadeira quando uma pontada fez minhas pernas tremerem.
– Merda! – resmunguei e agarrei o ombro de Alice com força.
– Bella? – ofeguei com mais uma pontada e olhei desesperada para Alice.
– OMG!
– O que? O que?
– Preciso ir ao medico.
– OMG. Vai nascer? Mas ta muito cedo. Ainda tem um mês e meio. E se não der tempo? E se você tiver os bebês no meio do shopping, eu não seu fazer parto, eu desmaio quando vejo sangue...
– ALICE... – ela me olhou nervosa e respirei fundo. – Se acalma eu preciso de você agora. – ela assentiu freneticamente e respirei fundo.
– Tudo bem Bella. O que vamos fazer?
– Primeiro vamos até o carro. Enquanto isso ligue para o meu medico, depois Edward.
– Ok. – Alice me ajudou e começamos a andar em direção ao estacionamento. Assim que chegamos Alice abriu o carro e jogou todas as sacolas lá dentro e fechou a porta sem esperar eu entrar, correu para o banco do motorista e deu partida no carro.
– Alice. – chamei e a ouvi xingar e sair do carro correndo e vir até mim.
– Desculpa. – assenti e ela me ajudou a entrar no banco de trás e voltou para o banco do motorista. – Agora eu peguei tudo. Peguei tudo Bella?
– Pegou Alice.
– OK. – ela meteu o pé no acelerador e começou a dirigir como uma louca. Me segurei no banco quase cravando minhas unhas no estofado.
– Alice. – gritei e ela se desculpou diminuindo um pouco a velocidade. Respirei aliviada e peguei o celular ligando para o Dr. Demetri e avisando que estávamos chegando.
Assim que desliguei comecei a ligar para Edward e nada. Caia direto na caixa postal. Caralho, ele me liga vinte vezes por dia, e quando eu preciso desliga o celular.
Continuei tentando o celular, quando Alice chegou no hospital, Dr. Demetri me esperava com uma cadeira de rodas.
– Isabella.
– Edward não está.
– Bella. – eu sorri mas fiz uma careta quando senti outra pontada e me abracei de dor.
Enfermeiros me ajudaram a sentar e entreguei o celular para Alice.
– Continue tentando.
– Claro. – ela discava para Edward enquanto me seguia, o medico me levou para um quarto e me deitaram na cama.
– Como se sente?
– Horrível. Está na hora mesmo?
– Acredito que sim. Vamos fazer alguns exames e já saberemos. – assenti fazendo mais uma careta e o desespero me tomou.
Eu sabia que era a hora, eu sentia. Mas eu queria que Edward estivesse comigo. Respirei fundo e toquei meu ventre volumoso.
– Aguentem mais um pouco bebês, papai já vai chegar.
Passei a mão na minha barriga e dei um longo suspiro, meu pai correu imediatamente para meu lado e rolei os olhos.
– Não foi nada pai.
– Oh, tudo bem. – ele se sentou em sua poltrona e folhei uma revista, estava entediada, a viagem de Edward estava muito longa e isso estava me deixado deprimida. Já fazia duas semanas que ele estava longe.
As noites estavam um tormento, sem Edward para me abraçar, sem contar que eu praticamente dormia sentada, a barriga estava grande incomoda demais. Me movi desconfortável e meu pai se preparou para levantar e ameacei levantando a mão. Ele sorriu amarelo e voltou a se sentar.
Cansada de ficar na sala com meu pai de vigia me levantei e disse que ia deitar. Ele me olhou sorrindo.
– Mas está cedo querida.
– Estou cansada pai. E minhas pernas doem um pouco. – ele assentiu e voltou a atenção a seu jornal.
Fui para cima e entrei em meu antigo quarto, sorri lembrando de como era antes de Edward. Eu era realmente uma garota inocente e boba, e agora era uma mulher casada e grávida de gêmeos. Quem poderia imaginar.
Deitei em minha cama e me senti desconfortável e sentei, estiquei as pernas e peguei um livro que tinha na mesinha ao lado da cama. Folhei algumas paginas tentando me encontrar quando ouvi meu celular, abri a tela e sorri ao ver “Meu Edward” piscando.
– Aloooou. – atendi animada e ouvi sua risada gostosa.
– Ah como adoro quando me atende assim. – eu sorri mais.
– Ao que devo sua ligação?
– Nada de importante. Estou com saudades. – eu sorri.
– Também Edward. Quando volta.
– Amanhã.
– Mesmo?
– Sim, não aguento mais ficar longe.
– Bom. E conseguiu resolver tudo?
– Sim. Já resolvi com Emmett e os outros agentes que manterei residência aonde você decidir estudar. Mas irei fazer concertos, com tanto que fique no máximo três dias fora.
– Bom.
– Aluguei a casa de Londres. Eu ia vender, mas vamos deixá-la para nossos filhos.
– UAU, você é um pai bem legal hein. – ele riu.
– Então o que está fazendo?
– Nada, só deitada.
– Hummm? Deitada?
– Sim. – falei confusa.
– E o que está usando?
– Edward!
– O que? Só estou curioso. – eu ri.
– Você é terrível. – ele riu.
– Eu sei que você gosta.
– Estou com saudades.
– Eu também minha menina. Mas assim que eu voltar, vou te abraçar e não soltar nunca mais.
– Bom mesmo. Espero que não esteja se reencontrando com antigas namoradas.
– Bella eu nunca tive namoradas.
– Não?
– Não amor, eu tinha amantes.
– Edward! – ele riu.
– Mas a única mulher que eu amei foi você, e que sempre vou amar. – sorri.
– Ok.
– Agora vou desligar para você descansar.
– Ok. Beijos amor, te amo muito, e volta logo.
– Vou voltar o mais rápido possível. Te amo minha menina.
– TE amo meu pianista gostoso. – ele riu alto.
– Ah lembro quando você era inocente.
– Sente falta?
– Que nada. Adoro quando você fica safada.
– Edward! – ele riu alto.
– Durma bem Bella, e descanse.
– Ok. Te amo.
– Também te amo. – já ia desligar quando Edward gritou. – coloca o telefone na barriga. – eu ri e obedeci ouvindo sua voz alta.
– Papai ama vocês e está com saudades. Lizzie se comporte hein. Robert seja bonzinho, enquanto eu estou fora você é o homem da família. – minha barriga tremeu e eu ri. – O que foi? – ouvi sua voz alarmada e voltei com o telefone para meu ouvido.
– Eles chutaram. Sabia que quase não chutam quando você está longe.
– Você sabe o que isso significa né?
– O que?
– Que eles gostam mais de mim.
– Edward!
Ainda ficamos falando mais um pouco e desliguei com um aperto no coração. Sentia saudades do meu Edward. Deitei o mais confortável que essa barriga permitia e adormeci.
[...]
– Alice, eu preciso sentar. – resmunguei sentando em uma cadeira quando passamos em uma lanchonete. Assim que amanhecera, Alice me arrastara para o shopping, dizendo que não podia ficar o dia inteiro em casa, só por que Edward viajou. Mesmo que ele voltasse hoje, eu tinha que me mexer.
– Mas Bella, a gente ainda tem que comprar fraldas.
– Diga isso para meus pés. – apontei para meus pés inchados e ela riu.
– Desculpe amiga. Mas estou ansiosa aqui. Os bebês podem chegar a qualquer momento. – eu ri e tirei minhas sandálias.
– Ainda bem que está empolgada, você será uma ótima madrinha. – os olhos de Alice se arregalaram e ela ficou muda.
– Alice?
– Alice?
OMG! Quebrei ela.
Me levantei com dificuldade e fui até ela e a balancei pelos ombros. Ela piscou e me olhou, com um sorriso estranho.
– Você está bem?
– Bem, bem, você sabe o que acabou de dizer?
– Que você será uma ótima madrinha.
– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAh.
– Alice?
– Isabella Marie Masen. Como você me fala que eu sou madrinha a poucas semanas dos meus afilhados nascerem. OMG, eu tenho que comprar sapatos e roupas, e brinquedos, OMG, é tanta coisa... – dei um chacoalhão em Alice que parou de falar e me olhou.
– Calma. Respira fundo. – ela obedeceu. – Melhor? – ela assentiu.
– E preciso comprar alguma coisa especial, sabe para sempre se lembrarem da madrinha Alice, serio isso soou tão perfeito, madrinha Alice, a minha cara você não acha...
Alice continuou falando e ri, já ia voltar para minha cadeira quando uma pontada fez minhas pernas tremerem.
– Merda! – resmunguei e agarrei o ombro de Alice com força.
– Bella? – ofeguei com mais uma pontada e olhei desesperada para Alice.
– OMG!
– O que? O que?
– Preciso ir ao medico.
– OMG. Vai nascer? Mas ta muito cedo. Ainda tem um mês e meio. E se não der tempo? E se você tiver os bebês no meio do shopping, eu não seu fazer parto, eu desmaio quando vejo sangue...
– ALICE... – ela me olhou nervosa e respirei fundo. – Se acalma eu preciso de você agora. – ela assentiu freneticamente e respirei fundo.
– Tudo bem Bella. O que vamos fazer?
– Primeiro vamos até o carro. Enquanto isso ligue para o meu medico, depois Edward.
– Ok. – Alice me ajudou e começamos a andar em direção ao estacionamento. Assim que chegamos Alice abriu o carro e jogou todas as sacolas lá dentro e fechou a porta sem esperar eu entrar, correu para o banco do motorista e deu partida no carro.
– Alice. – chamei e a ouvi xingar e sair do carro correndo e vir até mim.
– Desculpa. – assenti e ela me ajudou a entrar no banco de trás e voltou para o banco do motorista. – Agora eu peguei tudo. Peguei tudo Bella?
– Pegou Alice.
– OK. – ela meteu o pé no acelerador e começou a dirigir como uma louca. Me segurei no banco quase cravando minhas unhas no estofado.
– Alice. – gritei e ela se desculpou diminuindo um pouco a velocidade. Respirei aliviada e peguei o celular ligando para o Dr. Demetri e avisando que estávamos chegando.
Assim que desliguei comecei a ligar para Edward e nada. Caia direto na caixa postal. Caralho, ele me liga vinte vezes por dia, e quando eu preciso desliga o celular.
Continuei tentando o celular, quando Alice chegou no hospital, Dr. Demetri me esperava com uma cadeira de rodas.
– Isabella.
– Edward não está.
– Bella. – eu sorri mas fiz uma careta quando senti outra pontada e me abracei de dor.
Enfermeiros me ajudaram a sentar e entreguei o celular para Alice.
– Continue tentando.
– Claro. – ela discava para Edward enquanto me seguia, o medico me levou para um quarto e me deitaram na cama.
– Como se sente?
– Horrível. Está na hora mesmo?
– Acredito que sim. Vamos fazer alguns exames e já saberemos. – assenti fazendo mais uma careta e o desespero me tomou.
Eu sabia que era a hora, eu sentia. Mas eu queria que Edward estivesse comigo. Respirei fundo e toquei meu ventre volumoso.
– Aguentem mais um pouco bebês, papai já vai chegar.
OMG o Edward tem que chegar logo! Tenho uma noticia ruim pra vocês, a fic está acabando, os capitulos do sabado que vem são o ultimos, (o capitulo 55 e o epílogo). Então, sabado que vem tem mais capitulos pra vocês!












1 Comentários:
ruim mesmo...achei que ia demorar mais..EDWARD tem que chegar rapido...
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Equipe Cullen Family Brasil.