24 de fevereiro de 2013

Fanfic O Pianista por Paula Halle - Capitulo 54


Boa tarde pessoal!
As vezes tem coisas que não podemos adiar mas não quer dizer que estejamos longe
pois o que conta como distância é o nosso coração!
Boa leitura!


Capitulo 54: 7º Mês

Passei a mão na minha barriga e dei um longo suspiro, meu pai correu imediatamente para meu lado e rolei os olhos.

– Não foi nada pai.

– Oh, tudo bem. – ele se sentou em sua poltrona e folhei uma revista, estava entediada, a viagem de Edward estava muito longa e isso estava me deixado deprimida. Já fazia duas semanas que ele estava longe.

As noites estavam um tormento, sem Edward para me abraçar, sem contar que eu praticamente dormia sentada, a barriga estava grande incomoda demais. Me movi desconfortável e meu pai se preparou para levantar e ameacei levantando a mão. Ele sorriu amarelo e voltou a se sentar.

Cansada de ficar na sala com meu pai de vigia me levantei e disse que ia deitar. Ele me olhou sorrindo.

– Mas está cedo querida.

– Estou cansada pai. E minhas pernas doem um pouco. – ele assentiu e voltou a atenção a seu jornal.

Fui para cima e entrei em meu antigo quarto, sorri lembrando de como era antes de Edward. Eu era realmente uma garota inocente e boba, e agora era uma mulher casada e grávida de gêmeos. Quem poderia imaginar.

Deitei em minha cama e me senti desconfortável e sentei, estiquei as pernas e peguei um livro que tinha na mesinha ao lado da cama. Folhei algumas paginas tentando me encontrar quando ouvi meu celular, abri a tela e sorri ao ver “Meu Edward” piscando.

– Aloooou. – atendi animada e ouvi sua risada gostosa.

– Ah como adoro quando me atende assim. – eu sorri mais.

– Ao que devo sua ligação?

– Nada de importante. Estou com saudades. – eu sorri.

– Também Edward. Quando volta.

– Amanhã.

– Mesmo?

– Sim, não aguento mais ficar longe.

– Bom. E conseguiu resolver tudo?

– Sim. Já resolvi com Emmett e os outros agentes que manterei residência aonde você decidir estudar. Mas irei fazer concertos, com tanto que fique no máximo três dias fora.

– Bom.

– Aluguei a casa de Londres. Eu ia vender, mas vamos deixá-la para nossos filhos.

– UAU, você é um pai bem legal hein. – ele riu.

– Então o que está fazendo?

– Nada, só deitada.

– Hummm? Deitada?

– Sim. – falei confusa.

– E o que está usando?

– Edward!

– O que? Só estou curioso. – eu ri.

– Você é terrível. – ele riu.

– Eu sei que você gosta.

– Estou com saudades.

– Eu também minha menina. Mas assim que eu voltar, vou te abraçar e não soltar nunca mais.

– Bom mesmo. Espero que não esteja se reencontrando com antigas namoradas.

– Bella eu nunca tive namoradas.

– Não?

– Não amor, eu tinha amantes.

– Edward! – ele riu.

– Mas a única mulher que eu amei foi você, e que sempre vou amar. – sorri.

– Ok.

– Agora vou desligar para você descansar.

– Ok. Beijos amor, te amo muito, e volta logo.

– Vou voltar o mais rápido possível. Te amo minha menina.

– TE amo meu pianista gostoso. – ele riu alto.

– Ah lembro quando você era inocente.

– Sente falta?

– Que nada. Adoro quando você fica safada.

– Edward! – ele riu alto.

– Durma bem Bella, e descanse.

– Ok. Te amo.

– Também te amo. – já ia desligar quando Edward gritou. – coloca o telefone na barriga. – eu ri e obedeci ouvindo sua voz alta.

– Papai ama vocês e está com saudades. Lizzie se comporte hein. Robert seja bonzinho, enquanto eu estou fora você é o homem da família. – minha barriga tremeu e eu ri. – O que foi? – ouvi sua voz alarmada e voltei com o telefone para meu ouvido.

– Eles chutaram. Sabia que quase não chutam quando você está longe.

– Você sabe o que isso significa né?

– O que?

– Que eles gostam mais de mim.

– Edward!

Ainda ficamos falando mais um pouco e desliguei com um aperto no coração. Sentia saudades do meu Edward. Deitei o mais confortável que essa barriga permitia e adormeci.

[...]

– Alice, eu preciso sentar. – resmunguei sentando em uma cadeira quando passamos em uma lanchonete. Assim que amanhecera, Alice me arrastara para o shopping, dizendo que não podia ficar o dia inteiro em casa, só por que Edward viajou. Mesmo que ele voltasse hoje, eu tinha que me mexer.

– Mas Bella, a gente ainda tem que comprar fraldas.

– Diga isso para meus pés. – apontei para meus pés inchados e ela riu.

– Desculpe amiga. Mas estou ansiosa aqui. Os bebês podem chegar a qualquer momento. – eu ri e tirei minhas sandálias.

– Ainda bem que está empolgada, você será uma ótima madrinha. – os olhos de Alice se arregalaram e ela ficou muda.

– Alice?

– Alice?

OMG! Quebrei ela.

Me levantei com dificuldade e fui até ela e a balancei pelos ombros. Ela piscou e me olhou, com um sorriso estranho.

– Você está bem?

– Bem, bem, você sabe o que acabou de dizer?

– Que você será uma ótima madrinha.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAh.

– Alice?

– Isabella Marie Masen. Como você me fala que eu sou madrinha a poucas semanas dos meus afilhados nascerem. OMG, eu tenho que comprar sapatos e roupas, e brinquedos, OMG, é tanta coisa... – dei um chacoalhão em Alice que parou de falar e me olhou.

– Calma. Respira fundo. – ela obedeceu. – Melhor? – ela assentiu.

– E preciso comprar alguma coisa especial, sabe para sempre se lembrarem da madrinha Alice, serio isso soou tão perfeito, madrinha Alice, a minha cara você não acha...

Alice continuou falando e ri, já ia voltar para minha cadeira quando uma pontada fez minhas pernas tremerem.

– Merda! – resmunguei e agarrei o ombro de Alice com força.

– Bella? – ofeguei com mais uma pontada e olhei desesperada para Alice.

– OMG!

– O que? O que?

– Preciso ir ao medico.

– OMG. Vai nascer? Mas ta muito cedo. Ainda tem um mês e meio. E se não der tempo? E se você tiver os bebês no meio do shopping, eu não seu fazer parto, eu desmaio quando vejo sangue...

– ALICE... – ela me olhou nervosa e respirei fundo. – Se acalma eu preciso de você agora. – ela assentiu freneticamente e respirei fundo.

– Tudo bem Bella. O que vamos fazer?

– Primeiro vamos até o carro. Enquanto isso ligue para o meu medico, depois Edward.

– Ok. – Alice me ajudou e começamos a andar em direção ao estacionamento. Assim que chegamos Alice abriu o carro e jogou todas as sacolas lá dentro e fechou a porta sem esperar eu entrar, correu para o banco do motorista e deu partida no carro.

– Alice. – chamei e a ouvi xingar e sair do carro correndo e vir até mim.

– Desculpa. – assenti e ela me ajudou a entrar no banco de trás e voltou para o banco do motorista. – Agora eu peguei tudo. Peguei tudo Bella?

– Pegou Alice.

– OK. – ela meteu o pé no acelerador e começou a dirigir como uma louca. Me segurei no banco quase cravando minhas unhas no estofado.

– Alice. – gritei e ela se desculpou diminuindo um pouco a velocidade. Respirei aliviada e peguei o celular ligando para o Dr. Demetri e avisando que estávamos chegando.

Assim que desliguei comecei a ligar para Edward e nada. Caia direto na caixa postal. Caralho, ele me liga vinte vezes por dia, e quando eu preciso desliga o celular.

Continuei tentando o celular, quando Alice chegou no hospital, Dr. Demetri me esperava com uma cadeira de rodas.

– Isabella.

– Edward não está.

– Bella. – eu sorri mas fiz uma careta quando senti outra pontada e me abracei de dor.

Enfermeiros me ajudaram a sentar e entreguei o celular para Alice.

– Continue tentando.

– Claro. – ela discava para Edward enquanto me seguia, o medico me levou para um quarto e me deitaram na cama.

– Como se sente?

– Horrível. Está na hora mesmo?

– Acredito que sim. Vamos fazer alguns exames e já saberemos. – assenti fazendo mais uma careta e o desespero me tomou.

Eu sabia que era a hora, eu sentia. Mas eu queria que Edward estivesse comigo. Respirei fundo e toquei meu ventre volumoso.

– Aguentem mais um pouco bebês, papai já vai chegar.

OMG o Edward tem que chegar logo! Tenho uma noticia ruim pra vocês, a fic está acabando, os capitulos do sabado que vem são o ultimos, (o capitulo 55 e o epílogo). Então, sabado que vem tem mais capitulos pra vocês!

1 Comentários:

Val RIBEIRO disse...

ruim mesmo...achei que ia demorar mais..EDWARD tem que chegar rapido...

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