30 de outubro de 2013

Short-Fic Uma namorada para meu pai por Paula Halle - Capitulo 1


Boa noite pessoal!
Hoje começa uma nova fic aqui no blog!
Espero que vocês gostem de mais um sucesso da Paulinha Halle que mais uma vez, me deu permissão para postar uma fic sua!
Boa leitura!


Capitulo 1. Puts! Ela tinha que abrir a bocona?

Entrei em casa e meu pai estava sentado no sofá assistindo ao jornal, rolei os olhos e ajeitando meus óculos, fui até ele me jogando no assento ao seu lado.

– Boa noite querida. – ele me deu um abraço rápido e voltou a olhar a TV.

– Noite pai, o que está fazendo?

– Vendo jornal? – sorriu e não pude deixar de notar como meu pai era gato, é um fato ele era lindo. Mas ou as mulheres de Forks não notavam isso, ou ele as evitava, eu acreditava que as evitava, só não entendia o por que.

– Sim, mas por quê? – ele riu.

– Para me manter informado.

– Entendi, não vai sair hoje?

– Bem, hoje é sexta.

– Eu sei.

– Não é nosso dia? – não pude deixar de sorrir, papai tinha uma regra, não importava o que, a sexta era nosso dia pai e filha, ele criou o dia quando mamãe morreu, ela foi enterrada em uma quinta e na sexta eu estava triste e ele criou o nosso dia especial, eu o abracei apertado.

– Desculpe eu esqueci, mas e amanhã o que vai fazer?

– Hmmm, nada em especial, e você vai sair com Edward? – minhas bochechas coraram quando ele falou o nome do meu melhor amigo, Edward Masen, papai sabia que eu tinha uma quedinha por ele, mas eu não me deixava ter esperanças, por que todas as meninas tinham uma quedinha por ele também.

– Sim, sim, sabe como é, sábado é dia de cinema. – ele sorriu assentindo, e bufei. – Mas e você pai?

– O que tem eu, querida?

– Não vai sair, sabe com os amigos, ou uma mulher? – sutileza nenhuma Bella, ele riu.

– Não Bella, eu prefiro ficar em casa. – bufei oh homem difícil, resolvi ser mais direta.

– Pai quando foi a ultima vez que namorou? – ele me deu um olhar estranho, eu entendia afinal eu nunca havia me preocupado com sua vida pessoal, mas desde que nos entregaram os formulários de faculdade eu pensava cada vez mais nisso, eu não queria deixar meu pai sozinho. Ele desligou a TV e pareceu pensar no assunto. Ele precisa de uma namorada, uma boa mulher para cuidar dele quando eu não pudesse mais.

– Hmmm, acho que a ultima vez foi pouco antes da sua mãe ficar doente, eu havia levado sua mãe pra jantar...

– Espera, - o interrompi um pouco perplexa. – Quer dizer que desde mamãe você nunca esteve com ninguém?

– Nunca.

– Mas você é bonitão pai.

– Bem muito obrigado querida. – ele piscou e rolei os olhos.

– Isso é sério Dr. Cullen, o que tem de errado com essas mulheres de Forks, você deveria ter dúzias de namoradas.

– Isabella, você acha que eu sou algum tipo de conquistador é? – ele perguntou com uma risada e bufei.

– Espero que seja pelo menos um pouquinho, já que você precisa de uma boa mulher. – sua boca se abriu em choque.

– Isabella!

– O que? Você é homem deve ter... her necessidades? – ele riu mais forte agora.

– Querida eu não estou discutindo minhas, como você disse “necessidades” com você. – fez aspas no ar e rolei os olhos, como se eu quisesse saber das “necessidades” do meu pai, estremeci só de pensar nisso.

– Ainda bem, elas são suas e não quero saber disso, mas você vai ficar sozinho pra sempre.

– Eu não sou sozinho Bells, eu tenho você. – sorri tristemente.

– Não sempre pai.

– Você está morrendo ou algo assim, e eu não sei? – brincou e bufei novamente.

– Pai, eu vou pra faculdade você sabe, não quero que fique sozinho. – ele sorriu carinhosamente e pegou minha mão na sua.

– Querida não fique assim, eu sei que vai pra faculdade, mas eu estou bem, eu não penso em namorar e você não devia se preocupar com isso. – ele falou com sinceridade e assenti.

Era obvio que ele quis dizer, para que eu o ajudasse. O homem estava desesperado por uma mulher. Tadinho do meu papai.

– Então quer sair ou prefere ficar em casa em um dia de preguiça? – perguntou mudando de assunto e entendi a dica, eu o deixaria pensar que esqueci o assunto.

– Embora sair seria ótimo, eu estou muito preguiçosa hoje.

– Ótimo eu também, vou fazer pipoca e pegar doces e refrigerantes, escolha um filme pra gente.

– Ok papai.

Ele foi para a nossa pequena cozinha e fui na estante aonde ficava os nossos filmes, papai e eu amávamos comedia e filmes de ação, escolhi “Piratas do Caribe 4”, e coloquei no DVD, subi a escada caminhando pelo pequeno corredor até o armário aonde colocávamos cobertores extras, toalhas e lençóis, peguei o nosso grande edredom de ver filmes, e voltei para baixo.

Me joguei no sofá jogando o edredom sobre mim, religuei a nossa TV gigante e o DVD, iniciando o filme, gritei para papai que ia começar a ver os trailer e ele gritou de volta que tudo bem.

Enquanto esperava papai, minha mente começou a formular ideias, meu pai podia não admitir, mas eu sentia que ele precisava de uma boa mulher. Uma que cuidasse dele, mas como ele parecia não ter a decência de procurar sozinho, eu ia ter que me intrometer. Deus sabe que eu não sou intrometida, mas é da felicidade do meu pai que estamos falando aqui, eu tinha que fazer algo.

Voltei a pensar no que faria, eu precisava me organizar, decidir quais mulheres na base de idade do meu pai eram aceitáveis como uma namorada e possivelmente uma esposa. Tinha que ser bonita, por que meu pai merecia isso, ele era lindo, com seu cabelo loiro pálido e os olhos azuis, e o rosto forte e bonito, além de ser alto e com o corpo com tudo em cima, já que ele corria toda manhã.

Além de bonita a mulher tinha que ser legal, gentil, e divertida entre muitas outras coisas. Nossa era muito trabalho, e eu iria precisar de ajuda...

– Prontinho. – papai me entregou a grande tigela de pipoca e colocou sobre a mesinha de café alguns chocolates e refrigerantes.

– Não vai beber hoje? – ele fez uma careta.

– Eu tenho que ir trabalhar amanhã.

– Oh, bem vamos ver o filme.

Quando iniciei o filme ele sorriu pela minha escolha, mas não reclamou, ele sabia que eu amava o filme, e a culpa era dele que queria ver esse toda hora, ele tinha que me dar filmes novos, fato.

Me aconcheguei contra papai e tentei prestar atenção ao filme, mas era complicado quando tinha tanto que trabalhar amanhã. E eu realmente ia precisar de ajuda.

[...]

Coloquei o grande quadro sobre minha escrivaninha e comecei a colar as fotos que tinha tirado durante o dia e comecei a marcar as informações necessárias. Os nomes, pros e contras, ao todo eu tinha quatro escolhas, mas eu precisava de ajuda pra elaborar tudo. Ouvi uma batida na porta e gritei de entusiasmo, ajeitei meus óculos e desci correndo as escadas.

Assim que abri a porta sorri ao ver Edward, ele estava lindo como sempre, seu rosto forte e bonito com maxilar quadrado e lábios carnudos, ele era tão alto, mas não era desengonçado, por jogar basquete, ele tinha o corpo trabalhado, ombros largos e um pouco de músculo, mas nada exagerado. Ele estava recostado contra o batente usando jeans preto e uma camiseta preta com a foto do metálica, seu cabelo cor bronze bagunçado como sempre, os olhos verdes brilhantes me davam vontade de suspirar, corei o fazendo sorrir seu sorriso torto, era o meu favorito, pra mim, e passou a mão pelo cabelo.

– Oi Bells.

– Edward! – gritei o abraçando, e ele ficou rígido por um momento, mas logo me abraçava de volta, me afastei dele sorrindo, peguei sua mão, e comecei a puxa-lo para cima.

– Bells, aonde vamos?

– Meu quarto preciso te mostrar uma coisa. – ele parou de andar me fazendo parar também.

– O que você precisa mostrar que tem que ser no seu quarto? – ele parecia assustado e rolei os olhos.

– Edward, não é como se eu fosse te mostrar meus peitos. – ri e ele riu nervosamente coçando a nuca.

– É eu sei, mas...

– Quieto Masen, eu preciso de sua ajuda, mas tem que ser no meu quarto. – ele assentiu e voltei a puxá-lo, assim que entramos o empurrei para minha cama, e peguei uma régua grande e apontei para o quadro.

– Ok Edward, nós não podemos nos desviar do caminho, temos uma missão, e nada pode atrapalhar essa missão.

– Bella... – Edward levantou a mão, mas estreitei os olhos e ele se calou abaixando as mãos e os olhos. Assenti e voltei a apontar a régua para o quadro enorme sobre a escrivaninha.

– Essas são as mulheres aceitáveis. Renée Swan, professora, meio maluquinha, mas sabemos que isso é uma boa qualidade. – ele voltou a abrir a boca, mas lhe dei um olhar e a fechou imediatamente.

– Sarah Newton. Dona de casa gostosona, não seria a ideal, mas ele precisa de uma mulher gostosona né. Sue Clearwater, dona de casa também, mas gentil e bondosa, seria uma ótima esposa.

– Bella...

– Quieto Edward, eu ainda não acabei. – ele bufou e esperou. – Bom, Kate Denali, enfermeira, teria mais assunto para falar com ele e isso seria bom...

– Isabella...

– Ai meu Deus, o que foi Edward? – porra o moleque não parava de interromper.

– Sem querer ser chato, mas de que porra você esta falando? – rolei os olhos.

– Mas não é obvio Edward, estou tentando achar uma namorada pro meu pai.– sua boca se abriu e fechou algumas vezes.

– Hein? – bufei e fui até a cama me sentando ao seu lado.

– Escuta Edward, ano que vem vamos pra faculdade e meu pai vai ficar sozinho, ele tem poucos amigos, já que ele se dedicou a mim desde que mamãe faleceu, e ele não namora desde que ela se foi, o homem precisa de ajuda desesperadamente.

– Bells.... – ele começou e eu sabia que ele ia dizer que eu estava louca, e não ia me ajudar, então eu apelei, colocando minha mão sobre seu joelho, e me aproximando dele fazendo minha melhor carinha de cãozinho abandonado.

– Edward, eu vou fazer isso, com ou sem você, mas, por favor, me ajude. Por favor. – ele grunhiu e tentou desviar o olhar, mas projetei meu lábio inferior pra frente fazendo beicinho. – Por favorzinhooooo....

– Bella, isso é loucura e vai dar em merda. – ele falou e sabia que tinha ganhado.

– Você é o melhor. – abracei o derrubando na cama e ficando sobre ele, ele engoliu em seco me olhando com os olhos arregalados, sorri, Edward ficava tão bonitinho nervoso, e por algum motivo ele ficava assim quando estávamos sozinhos.

Sorri e beijei o canto dos seus lábios, ele suspirou e passou seus braços por minha cintura me abraçando, quando começou a ficar estranho, ou seja, eu estava a ponto de me esfregar nele, e o beijar de verdade eu me afastei sorrindo.

– Então vamos começar?

– Ok. Eu... hmmm posso usar seu banheiro? – ele grunhiu e murmurei um sim já me concentrado no meu quadro, o ouvi correndo para o banheiro que ficava no meu quarto e a porta fechando. Nossa que pressa.

Dei de ombros e escrevi mais um contra em Sarah Newton.

Edward voltou e ficou atrás de mim olhando por cima do meu ombro, o calor que vinha dele me fez ficar muito consciente do seu corpo perto do meu e tentei me forçar a olhar o quadro.

– Então como você vai fazer isso?

– Bem, de todas elas eu prefiro Renée Swan e Kate Denali. – ele assentiu e encostou mais em mim, para apontar algo no quadro, minha respiração falhou quando ele falou bem pertinho do meu ouvido.

– Esses são os contra não é? – ele apontou para a lista de contras de Sarah Newton e assenti apressadamente. – Tem muitos contras, ai. Por que a colocou?

– Bem... – minha voz saiu meio ofegante e pigarreei. – Ou era ela ou Vivian Stanley. – Edward tremeu e ri.

– É vamos deixar a Sra. Newton por último.

– Como um ato de desespero? – me virei para olhá-lo e ele sorria seu perfeito sorriso torto, corei desviando os olhos.

– Exatamente. – me afastei dele e apontei o nome de Kate Denali.

– Vamos começar por ela.

– Bem, vai ser o mais fácil, já que eles trabalham juntos.

– Isso mesmo, mas precisamos achar um jeito de eles conversarem sabe. – ele voltou para minha cama e se sentou parecendo pensativo, ai até pensando ele ficava bonito.

– Que tal você ir ao hospital com algum problema de menina, e pedir pra ela te atender? Carlisle ficara preocupado, e ira imediatamente até onde você está, e ai é só você dar um empurrãozinho.

– É uma grande ideia Edward, mas que problema de menina?

– Bells, você é a menina aqui, ai já é com você.

– Ok certo, eu vou pensar em algo, papai vai trabalhar até as sete, e são cinco e meia, preciso pensar em algo agora.

– Precisa mesmo. – o olhei feio, nem pra ele me ajudar com meu problema de menina de mentira.

O que poderia ser?

Cólica. Não muito pouco pra ir ao medico.

Sangramento? Muito exagerado, não quero matar meu pai de preocupação.

– Oh eu podia dizer que estou pretendendo fazer sexo... – Edward ficou vermelho e começou a engasgar, não sei com o que, mas corri para ajudá-lo, levantei seus braços e bati em suas costas. – Respira Edward, respira homem... – ele tossiu mais algumas vezes, e secou as lagrimas que se formaram nos cantos dos seus olhos.

– Desculpe, eu... – ele tossiu e ficou de pé. – Eu deveria ir.

– O que?! Não! Eu preciso de você. – ele me olhou em pânico.

– Não Bells, eu não vou, seu pai vai me matar.

– Mas eu preciso de um namorado falso pra pretender fazer sexo falso.

– Mas... – ele olhava para a porta como se quisesse fugir, eu já estava me preparando para correr atrás dele e o derrubar. Mas eu precisava de uma abordagem mais suave.

– Edward há quantos anos somos amigos? – não esperei ele continuar e falei. – Sete fodidos anos. E lembra como ficamos amigos?

– Bells....

– Eu me lembro, eu estava triste que minha mãe tinha morrido, e Rosalie Hale estava sendo uma vadia comigo e você me defendeu. E agora sua amiga, aquela que não tem uma mãe está triste de novo, e você não vai me ajudar?!

– Você joga sujo Cullen. – novamente ele se rendeu, gritei e pulei eu seus braços o abraçando apertado.

– Você é o melhor Edward Masen.

– Eu sei, então vamos logo pra minha morte. – rolei os olhos pra seu exagero, e peguei sua mão o puxando para fora quando ele me parou. – Bella não é melhor esconder isso? – ele apontou para o quadro e assenti.

– Verdade, já pensou se meu pai entra aqui, pensaria que eu estava ficando louca.

– Você está ficando Bells.

– Mas ele não precisa de uma confirmação. – resmunguei e peguei o quadro e o coloquei de baixo da minha cama, minha colcha era grande e iria escondê-lo, sem contar que meu pai nunca entra em meu quarto e olha em baixo da minha cama. Pelo menos eu espero que ele não faça isso.

– Bem tudo certo, agora vamos. – ele ainda estava um pouco relutante, mas me seguiu para baixo, abri a porta e o puxei para fora e a tranquei, Edward e eu fomos para seu carro, um volvo prata que ganhou quando fez 16 da sua mãe. Sorri ao me lembrar de tia Esme.

– Hey como está Esme?

– Tudo bem, ah tinha me esquecido, ela convidou você e seu pai para jantar na quinta. – sorri concordando, eu adorava jantar com Esme, desde que o Edward havia me defendido, e depois da escola ele me arrastou para sua casa, pra jogarmos jogos, ela me adotou como filha.

E sempre que eu ia lá, eu gostava de ter um papo de menina com ela. Quando eu menstruei pela primeira vez aos 12 anos eu fui até ela em socorro, e ela largou tudo para me ajudar.

– Papai ama a comida de Esme, mas do que a minha cá entre nós. – Edward riu, ele sabia que embora eu cozinhasse bem, Esme era uma chef quando o negocio era comida italiana que era a favorita do meu pai.

Edward e eu fizemos conversa enquanto ele dirigia para o hospital de Forks, nossa cidade não era muito grande e a maioria dos grandes prédios como hospital, delegacia, escola e mercado, ficava em direção a rodovia principal, e não muito distantes um do outro.

Quando chegamos, Edward estava um pouco nervoso, mas o ignorei e saímos do carro, entramos no hospital, e na espaçosa recepção fomos até o balcão da atendente e sorri pra ela. Ela claro me conhecia.

– Hey Emma.

– Isabella, como está?

– Bem, bem. Hmmm...

– Procurando seu pai?

– Na verdade eu gostaria de falar com a enfermeira Denali.

– Oh... Ok, ela deve estar fazendo rondas agora, mas com certeza ela vira para ajudá-la. – sorri e puxei Edward para sentar comigo em uma das cadeiras onde alguns pacientes esperavam, esperamos poucos minutos e uma mulher alta e bonita veio, ela devia estar na casa dos 35, tinha um corpo legal e sorria docemente, notei que seu cabelo loiro mel parecia um pouco fora do lugar e seu batom estava borrado.

Ela podia se arrumar um pouquinho melhor né, como meu pai ia dar em cima dela se ela andava descabelada por ai?!

– Isabella, olá, Emma me disse que queria me ver?

– Sim, - me aproximei dela e olhei para os lados. – Eu tenho uma problema sabe, e eu não queria falar com um medico homem, e meu pai sempre fala que você é uma das melhores enfermeiras. – ela franziu o cenho, ok eu estava mentindo descaradamente, mas ela não devia saber disso, eu esperava. Ela acabou sorrindo por fim.

– Bem Carlisle é sempre gentil. Venha eu a atenderei.

– Obrigada enfermeira Denali.

– Me chame de Kate.

– Então me chama de Bella.

– Ótimo, venha Bella, sei de algumas salas desocupada, onde poderemos falar melhor.

– Legal, vem Edward. – ele saltou do lugar olhando nervosamente para os lados, Kate riu com certeza entendendo por que estávamos ali.

Ela nos chamou para segui-la, saímos da recepção atravessando uma porta dupla que dava para um longo corredor, havia algumas portas de consultórios, além de sala de raio x, e coleta de sangue. Kate parou em frente a uma porta escrita “Dr. Brown”, ela abriu a porta, e entramos, ela nos seguiu para dentro e sentamos, em vez dela sentar atrás da mesa, ela puxou uma cadeira para perto de nós.

– Então, estou certa em achar que querem falar comigo sobre controle de natalidade. – Edward e eu ficamos vermelhos como pimentão.

– É...

– Hmmm... – ela riu.

– Não tenham vergonha, é muito maduro de vocês quererem se proteger. É a primeira vez de vocês?

– Sim. – resmunguei, mas Edward se apressou em negar.

– Lógico que não. – o olhei interrogativamente e ele corou evitando meus olhos.

– Mas é nossa primeira vez juntos, e eu não quero engravidar do Don Juan aqui. – falei secamente e Edward bufou.

– Jesus Bells, foi uma vez, e não com toda a escola. – murmurou corando e bufei.

– Espero que sim, pois você não vai conhecer o meu parquinho de diversão se eu souber que você é um galinha. – ele abriu e fechou a boca e ouvi Kate rir.

– Nossa, vocês são muito... – ela parecia procurar a palavra.

– Apaixonados? – murmurei esperançosamente.

– Desesperados? – resmungou Edward.

– Não era isso que eu ia dizer... – ela parecia não saber o que falar, o que era bom, pois acho que acabaria sendo ofendida aqui. – Enfim, vou lhes dar alguns folhetos, e camisinhas. – ela foi até a gaveta da escrivaninha do escritório e foi a primeira vez que olhei o lugar.

Era a sala de um ginecologista? Tinha essa merda em Forks?

Bem devia ter, pelos vários cartazes, de gravidez, sexo seguro, havia uma maca no canto, além da mesa da escrivaninha, ela me entregou vários panfletos, e uma cartela com umas 10 camisinhas para Edward.

Ele me olhou em pânico, e ri, ele acabou rindo também, mas paramos quando a porta foi aberta de repente e meu pai surgiu, Edward se apressou em esconder as camisinhas e eu sentei em cima dos panfletos. Papai me olhou curioso.

– Bells, Edward, o que fazem aqui?

– É...

– Hmmm...

– Dr. Cullen, Bella tinha algumas duvidas e veio me perguntar.

– Oh, Bells... está tudo bem?

– Sim, sim, sabe era uma coisa de menina.

– Entendo. – encarou Edward confuso. – E por que Edward está aqui?

– Dar apoio moral? – murmurei esperançosamente.

– Ser assassinado? – Edward resmungou. Kate riu.

– Dr. Cullen, não fique chateado, sabe como são os jovens namorados.

Ai Meu Deus!

Os olhos do meu pai saltaram do rosto.

– Na – namorados? – ele gaguejou e olhei em desespero para Edward, ele parecia que ia desmaiar.

Puts! Ela tinha que abrir a bocona?


Já deu pra perceber que essa Bella e beeeeem maluquinha!rs Ter;a feira que vem tem mais capitulo pra vocês!

1 Comentários:

Val RIBEIRO disse...

parece interessante

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